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quinta-feira, 10 de maio de 2012

Foto - A Fé Católica


"Quem quiser salvar-se deve antes de tudo professar a fé católica. Porque aquele que não professar integralmente e inviolavelmente, perecerá sem dúvida por toda a eternidade." 
Simbolo Atanasiano (Quicúmque)

quarta-feira, 9 de maio de 2012

A Verdade sobre 1964 - O Pronunciamento de um General de Reserva

PAINEL 1964 - A VERDADE

Assista:

Clube Militar - Palestra 1964 - A Verdade - 29 Mar 2012 - Parte 1
Veja: http://www.youtube.com/watch?v=40cDtkEq0a4&feature=youtu.be


Clube Militar - Palestra 1964 - A Verdade - 29 Mar 2012 - Parte 2
Veja: http://www.youtube.com/watch?v=s2_F4AKsziY&feature=youtu.be

Revolução de 1964 - A Verdade Sufocada

Vale a pena assistir.
Uma verdadeira aula de história do Brasil.
50 anos após, nos encontramos na mesma situação, ou pior, do Brasil de 64.
Veja: http://www.youtube.com/watch?v=s2_F4AKsziY&feature=youtu.be

Artigo no Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Por Luiz Eduardo da Rocha Paiva

Nos anos 1960, a Guerra Fria agitava o mundo com os EUA e a União Soviética em disputa pela hegemonia global. Tinham visões distintas de como o Estado proporciona desenvolvimento, segurança e bem-estar à nação. À visão capitalista, liberal, democrática e aos valores cristãos nos EUA, contrapunha-se o ideal socialista, centralista, totalitário e materialista ateu na URSS. Embora os valores brasileiros identifiquem-se mais com a visão norte-americana, nenhuma serve ao país, em sua forma pura, pois nossas peculiaridades impõem um modelo entre o liberal e a democracia social, sendo mais próximo do primeiro.

Por outro lado, acima de crenças ideológicas estava o interesse pela hegemonia. Eram dois “impérios” em luta pelo poder mundial e a adesão do Brasil ao bloco socialista era uma prioridade da União Soviética, pois arrastaria toda a América do Sul.

Em meados de 1963, o Presidente João Goulart abandonou o plano econômico ortodoxo de Celso Furtado, devido ao seu alto custo político, e lançou um programa radical de Reformas de Base sem ter força política para aprová-lo no Congresso Nacional, daí ter tentado implantar o estado de sítio em outubro de 1963. Não foi este programa radical que determinou a queda de Jango e sim a tentativa de impô-lo na lei ou na marra, como era o slogan da campanha das Reformas de Base.
Além disso, foi fatal, também, a sua aliança com o então ilegal Partido Comunista Brasileiro (PCB), que empregava a subversão político-social e a infiltração nas instituições como estratégias prioritárias para a tomada do poder. Luiz Carlos Prestes, líder do PCB, chegou a declarar: “já temos o governo, nos falta o poder”.

Foto - Vocação de leigos: sacralizar a ordem temporal


Mario Navarro da Costa
[...]

O específico da TFP - insistia Dr. Plinio - é considerar a ordem temporal como um elemento fundamental para a formação das almas e lutar para que essa ordem, em todos os seus aspectos, seja profundamente católica. Daí o esforço continuado da TFP para que a cultura, a arte, os ambientes etc. ajudem a criar o clima propício para que as almas aproveitem as aulas de catecismo.

Quando o indivíduo não ordena sua visão temporal de acordo com sua visão espiritual, acaba colocando a visão espiritual de acordo com a temporal. De maneira que com uma narina ele respira ortodoxia na aula de catecismo, e com a outra narina respira heterodoxia vivendo na sociedade civil. A mistura de ar puro com ar envenenado produz veneno e liquida o indivíduo.

[...]

A TFP gostaria que a ordem temporal fosse como uma vítima de agradável odor diante de Deus. Trata-se de vocação de leigos:

"Nós não temos as mãos sagradas que tocam no Santíssimo. Temos as mãos que ordenam o turíbulo e fazem com que dele suba o aroma para envolver o ostensório, envolver o altar, encher de perfume a Igreja. Essa é a nossa tarefa. É por amor ao ostensório que nós temos o turíbulo e o manuseamos".
Plinio Corrêa de Oliveira


"Já, já e já!"

"Folha de S. Paulo", 29 de abril de 1982

Plinio Corrêa de Oliveira 

Desejando tratar hoje da tensão anglo-argentina, declaro, antes de tudo, minha solidariedade com o comunicado límpido, penetrante e perspicaz, emitido sobre o assunto pela TFP da nação platina (cfr. "Folha de S. Paulo", 16-4-82, p.7). E prossigo.

Na presente tensão a propósito das Malvinas, o que a mim afeta como católico, como brasileiro e como homem de tradição, não é a disputa entre a Inglaterra e a Argentina. Mas a constatação da lamentável fragilidade de todo o Ocidente face ao imperialismo soviético: pois a simples presença de uma força naval da Rússia no Atlântico Sul, neste momento crítico, põe em xeque simultaneamente a grande e querida potência sulamericana que é a Argentina, quanto a ilustre e provecta potência européia e mundial que é a Inglaterra. Isto a prazo imediato. A prazo mediato pode convulsionar toda a América do Sul, inclusive meu Brasil, e lançar à guerra – atômica – as super-potências norte-americana e russa. Foi a este estado de debilidade que chegou o Ocidente, por obra do calamitoso governo Carter, e da dupla détente norte-americana e vaticana em relação a Moscou.

O verdadeiro conteúdo das "détentes" da Casa Branca e do Vaticano foi o afrouxamento. E os soviéticos não se "distenderam". Ora, um afrouxamento unilateral só pode redundar na derrocada dos afrouxados. E este nos conduziu ao que se passa a propósito da força naval russa perto das Malvinas. Minhas simpatias não se devem voltar, pois, para a Inglaterra ou para a Argentina, mas simultaneamente rumo à Inglaterra e à Argentina contra a Rússia soviética. Paradoxo? De nenhum modo.

1. Parece que, na atual conjuntura, é para o império britânico particularmente duro renunciar às Malvinas. Se ele o fizer, mostrará pouca capacidade de defesa dos interesses imperiais em outros lugares do globo, nos quais a situação é análoga. Assim, a Venezuela reivindica para si mais da metade do território até há pouco chamado Guiana Inglesa. A solidariedade venezuelana para com a Argentina foi expressa recentemente com calor, o qual não deixa grande dúvida sobre o propósito do presidente Herrera Campins de ocupar logo que possível a zona reivindicada. Qual então a reação britânica? Outro recuo? E, nesse caso, levará a Espanha muito tempo em atacar, por sua vez, Gibraltar? E assim por diante, onde pararão as coisas? – Pense-se o que se pensar do valor das alegações inglesas em favor dos direitos da Commonwealth a essa e outras possessões, uma coisa não se pode pedir ao governo inglês: é que recue ante tais reivindicações.

Também não se pode pedir à Argentina, à Venezuela ou à Espanha que renunciem a suas tradicionais reivindicações. Mas é impossível não discutir a oportunidade da ocupação militar argentina, neste momento. Porque uma força naval soviética se encontra na zona. E isto está bastando para pôr em risco grave a própria soberania da Argentina no seu território continental. Explico-me.

2. Precisava a ocupação argentina das Malvinas efetuar-se exatamente quando por lá andava uma força naval soviética?

Com efeito, não pode causar o menor espanto que a Inglaterra resista. E que passe a contra-ofensiva. Em tal caso, parece – pelo menos para quem não dispõe de informações militares especiais – que a Argentina não terá meios de se defender com todo o êxito, a não ser recorrendo à prestatividade suspeita da marinha russa. Se tal ocorrer os soviéticos formularão inevitavelmente condições. Entre estas é provável que figurem um condomínio russo com a Argentina nas Malvinas (e então a Argentina terá perdido virtualmente essas mesmas Malvinas) e a participação das esquerdas argentinas no poder central da nação (e então ocorrerá uma alienação velada da soberania argentina). Mais ainda. As correrias de uma guerra anglo-russa em mares e terras argentinas poderão facilmente dar ocasião à descida de tropas russas, sob pretexto de defender a Argentina contra incursões britânicas. Neste caso, quem obterá depois que essas tropas abandonem o país?

Em síntese, para desalojar das Malvinas, já, imediatamente, sem tardança, os ingleses, o governo argentino terá dado ocasião a que? a) os soviéticos se alojem nessas mesmas Malvinas; b) e depois, muito naturalmente, desembarquem na Argentina, lá se instalem, e obriguem o governo argentino a aceitar a participação de títeres russos na direção do país.

Pergunto se, para efetivar já, já e já, seus direitos às Malvinas, valia a pena a Argentina pagar tão imenso preço político. A questão não está nas Malvinas, está no já, já e já. Como amigo da Argentina, que ali possuo muitos dos melhores amigos que tenho tido na vida, como católico, como brasileiro, só posso responder "não valia a pena".

3 Como brasileiro, que tenho a ver com isto? – talvez me perguntem alguns argentinos. Muito....

A se verificarem as hipóteses sinistras, se bem que nem um pouco improváveis, que acabo de arrolar, é fora de dúvida que uma ventania de entusiasmo, de esperanças, levando consigo os piores miasmas ideológicos, soprará em todo o Brasil. Em nossas raquíticas esquerdas políticas, no esquálido PCB, por certo. Mas também na esquerda religiosa, tão potente na CNBB, e portanto tão potente no Brasil.

E se fosse só isto!

Há em nossa burguesia mais alta (leia-se "mais rica") todo um setor tendente à autofagia sócio econômica. Ele se enternece com todas as lamúrias da demagogia esquerdista, prega o desânimo e o "ceder para não perder" ante todas as reivindicações de todas as esquerdas. Enfim, simpatiza com tudo quanto quer liquidá-lo. E simetricamente vota a frieza mais glacial (na superfície) e ao mesmo tempo mais candente (em profundidade) contra os que se professam tradicionalistas, ou pelo menos conservadores. Como esses setores – eclesiásticos ou empresariais – haveriam de atuar em prol da capitulação dos elementos sadios inegavelmente existentes na burguesia rica, mais ainda na burguesia média e pequena e muito mais ainda na grande classe conservadora que é, no Brasil, a dos trabalhadores manuais urbanos ou agrícolas.

Corro na exposição, pois vai terminando o espaço de que disponho. Sumariamente digo que fenômenos análogos se desenrolariam em escala maior ou menor em toda Hispano-América. E que o imperialismo soviético pode ir fazendo assim da Íbero-América um imenso Vietnã, no qual os Estados Unidos se vejam obrigados por fim a intervir para sua própria salvaguarda.

Valeria a pena abrir caminho em prazos respectivamente imediato médio e um pouco mais do que médio sucessivamente, para um naufrágio da soberania argentina para o da Íbero-América e, por fim para o da paz mundial? E isto, não para que a Argentina tenha as Malvinas que poderão ser reivindicadas em momento mais oportuno) mas para que as tenha já, já e já?

terça-feira, 8 de maio de 2012

Influência russa na crise das Malvinas

Catolicismo, N° 376 – Abril de 1982 – Ano XXXII, pag. 8

O curso dos acontecimentos relacionados com as Ilhas Malvinas ameaça afetar, e a fundo, tanto a política externa como a interna do Brasil. Importa, pois, que a opinião pública brasileira conheça, em profundidade, o que vai se passando, a esse respeito, na Argentina.

Para isso concorre, de modo capital, a leitura de um comunicado que a Sociedade Argentina de Defesa da Tradição, Família e Propriedade publicou no dia 13 do corrente, no importante matutino portenho "La Nación". Constitui ele o primeiro documento vindo à luz no país irmão, a descrever as últimas e mais importantes perspectivas do engajamento militar argentino nas Malvinas.

Dado o alcance desse pronunciamento, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, Presidente do CN da Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade — TFP — enviou ao General João Batista Figueiredo, Presidente da República, a seguinte mensagem em telex datado de 13 do corrente:

"Peço a alta atenção de V. Excia. para o Comunicado hoje dado a público no matutino portenho "La Nación" (p. 4) intitulado La independencia de la Argentina católica ante la efectividad de la soberania en un territorio insular – La TFP apela al Gobierno, a las Fuerzas Armadas y al pueblo, da SOCIEDAD ARGENTINA DE DEFENSA DE LA TRADI­CIÓN, FAMILIA Y PROPIEDAD.

Esse lúcido documento, de nobre e altaneira inspiração cristã, põe em destaque importante aspecto da cri­se das Malvinas, o qual, a meu ver, tem sido insuficientemente notado tanto pela imprensa da Argentina quanto pela do Brasil.

Na qualidade de Presidente do CN da TFP brasileira, rogo a V. Excia. que no balizamento da nossa política ante a crise das Malvinas, queira tomar em consideração as preocupações da TFP argentina.

Rogando à Providência que ilu­mine a V. Excia. na fixação dos rumos de nosso País nesta delicada emergência, apresento-lhe as expres­sões de minha atenciosa conside­ração.

Plinio Corrêa de Oliveira

Presidente do Conselho Nacional da Sociedade 
Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade

Análoga mensagem foi enviada ao Sr. Saraiva Guerreiro, Ministro das Relações Exteriores. 

Nota do Blog

Com a publicação deste artigo, o qual seguirão outros com mesmo tema, crio a página "E previu, Plinio Corrêa de Oliveira" destinada às previsões e denúncias do "Cruzado do Século XX". 

In Domina
Allysson Vidal Vasconcelos
cruzinabalavel@hotmail.com

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Cristianofobia - Cidade de Santa Helena PR

Lucas Gonçalves de Freitas 

 No dia 21 de abril na cidade de Santa Helena no Paraná, um grupo de três “jovens” foi preso. A suspeita que causou essa detenção é a de que eles tenham pichado a Matriz da cidade com ofensas a Deus Nosso Senhor e a Santa Igreja.

Mas a população da cidade não ficou quieta, ajudou na busca dos delinquentes. Fazendo assim com que a policia local prendesse o grupo.

O suspeito era Luis Antonio Alves de Souza, 19 anos, que já havia cometido outras infrações. Quando abordado pela PM, Souza confessou que participou do ato ao lado de dois colegas: André Rodrigues da Silva, 20 anos, e Márcio Jorge de Oliveira, 19 anos.

Os três foram presos e levados para a delegacia de Santa Helena, e confessaram que já estavam planejando aquilo à um bom tempo. Disseram que para eles todas as religiões são uma farsa e no dia 19 de abril se reuniram para comprar a tinta e marcar o lugar onde pichar.

 O mais incrível do depoimento é que eles afirmaram que só tomaram coragem após que ingeriram bebidas alcoólicas.

A constituição brasileira: "dá o direito de expressão a todos os cidadãos, mas também exige respeito pelo patrimônio alheio, inclusive criminalizando atos de vandalismo e pichação".

O ato, obviamente, foi considerado uma Blasfêmia. E a paroquia exigiu mais investigação.

O mais incrível é que quando, em Maringá, o Movimento Homossexual usou a Imagem da Catedral de lá para o convite de um dos seus encontros, e a Paroquia reclamou (com razão) a mídia ficou pelo menos uma semana exibindo a mesma reportagem, mas essa noticia de blasfêmia a mídia nem se quer comentou.

Fiquei sabendo da noticia por parentes que moram na cidade e encontrei mais detalhes por meio da internet.


Agora podemos ter a certeza de que o Movimento Homossexual e a mídia agem juntos.

Referências:

http://cgn.uol.com.br/noticia/19739/deus-e-gay-e-outras-frases-foram-pichadas-em-igreja
http://www.domluizbergonzini.com.br/2012/04/cristofobia-e-intolerancia-deus-e-gay-e.html

In Domina

Foto - A Santa Missa


"Creio que, se não fosse a Missa, a estas horas o mundo já estaria afundado debaixo do peso dos seus pecados. É a Missa o poderoso sustentáculo que o conserva" 

São Leonardo de Porto-Maurício


sábado, 5 de maio de 2012

Heresia - O documentário "Quem foi Jesus"

Lucas Gonçalves de Freitas

Salve Maria!

Este artigo é sobre um  programa de três episódios que foi exibido pelo canal Discovery Channel que se chama "Quem Foi Jesus".O impressionante é que foi exibido varias vezes como se estivessem querendo espalhar a heresia por completo.
Então começo dizendo que este programa foi ao ar na época de quaresma deste mesmo ano ,eu estava na casa de um parente quando vi apenas uma parte, mas vi que apenas aquela parte já era herege. A propaganda desse programa também era como uma provocação pois falava algo como: "e se te contarem que o que você ouve na igreja é falso....."
Inicialmente já começam falando: essa é a historia do verdadeiro Jesus , como se a historia que a Santa Igreja ensina não seja verdade.
Outra coisa também é que o primeiro membro do "clero" que aparece na serie não é um Padre, um Bispo ou algo do tipo mas é um pastor batista e teólogo, o que certamente não convém pois a única religião ,a verdadeira , que surgiu desde os primeiros séculos d.C. é a católica ,e que religião melhor senão à que Cristo fundou?
E esse pastor com atitude tipicamente protestante induz os telespectadores a ler e a "interpretar" a bíblia.
Alguns minutos depois o locutor do programa comenta que Jesus nasceu em um estabulo em Belém e depois pergunta: "mas será que a historia foi assim?"
As imagens mostram Nossa Senhora dando a Luz como que sofrendo, o que também é um erro, pois não havia razão para que Ela sentisse qualquer dor, dado que a dor foi um dos castigos do pecado original, e Ela é Imaculada.
Comenta-se que os evangelhos do  novo testamento podem ter MENTIDO sobre o nascimento de Jesus em Belém, que Jesus pode ter nascido no caminho que Maria e José percorriam para chegar em Belém ,e que essa mentira se deve ao fato de que no Velho Testamento afirma-se que o Messias teria que nascer em Belém.
Então eles usam um crânio de um menino que viveu naquela época para reconstruir o rosto de Jesus dizendo assim que com aquilo chegariam o mais próximo possível do rosto Dele como que o comparando a qualquer menino.
Afirmam que José era viúvo e que Jesus tinha irmãos e irmãs que são os frutos de outro casamento, o que contradiz a tradição católica que afirma que São José e que Nossa senhora antes do casamento fizeram um voto Castidade.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Atacados pela "tolerância"

Neste vídeo, os voluntários da Sociedade Americana de Defesa da Tradição, Família e Propriedade (TFP) descrevem como foram violentamente agredidos por militantes pró-homossexualismo e defensores do "casamento homossexual" ao realizarem campanhas ordeiras e pacíficas em defesa do casamento tradicional, entre um homem e uma mulher, em campos universitários e em praças públicas dos Estados Unidos.




Como os defensores do "casamento homossexual" usam de violência contra os defensores do casamento verdadeiro, tradicional, entre um homem e uma mulher.
By TFP PRESS RELEASE 

April 30, 2012

Traduzido por: Blog Cruz Inabalável


Neste vídeo recém-lançado, os voluntários da Sociedade Americana de Defesa da Tradição, Família e Propriedade (TFP) descrevem como foram violentamente agredidos por militantes pró-homossexualismo e defensores do "casamento homossexual" ao realizarem campanhas ordeiras e pacíficas em defesa do casamento tradicional, entre um homem e uma mulher, em campos universitários e em praças públicas dos Estados Unidos.

"Esse slogan vazio sobre a tolerância, tão utilizado por militantes pró-homossexualismo, desaba depois de ver como os voluntários da TFP foram criminosamente atacados por defensores do "casamento homossexual", disse John Ritchie, diretor da TFP Student Action.

.. "O vídeo fala por si mesmo: Eles não toleram o casamento tradicional. De fato, os nossos voluntários têm sido intimidados com pimenta pulverizada, garrafas de vidro arremessadas, pesticidas jogados, e cuspes, quando afirmavam pacificamente que o casamento verdadeiro é o que é -. a união entre um homem e uma mulher "


"Quando você assiste a ativistas "casamento do mesmo-sexo" destruir seus banners, profanar a Bíblia,   blasfemar, e queimar seus folhetos, torna-se claro que a agenda homossexual não é realmente sobre a tolerância", disse Ritchie. "É sobre a formação de uma ditadura estranha - uma ditadura pseudo-tolerância e de fictícia igualdade - onde a liberdade de expressão só é permitida se avança e permite ou propicia estilos de vida pecaminosos; onde Deus, os valores da família e da moralidade pública estão fora dos limites e são alvo de destruição . "

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