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segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Repostagem - Conto Natalino: Mathiote, o limpa-chaminés que salvou o conde de Plessis-Morambert na Noite de Natal


O limpa-chaminés nunca esqueceu o Natal no castelo do conde
(Na foto: Vaux-le-vicomte)
Naquela véspera de Natal, Mathiote, sem despir a roupa enfarruscada de limpa-chaminés, dirigia-se ao palácio de Plessis-Morambert.

Tinham-no chamado ali por acaso, três anos antes, para limpar uma chaminé, certa noite de Natal em que o conde dispunha na lareira uma enorme pirâmide de brinquedos e guloseimas, para fazer surpresa a seu filho Tiago, quando acordasse na manhã seguinte.

Mathiote era da idade do filho do conde. Ao surpreender o olhar de admiração que o pequeno limpa-chaminés lançava àquelas maravilhas, e seduzido ao mesmo tempo pelo seu ar inteligente e honesto, conversara alguns momentos com ele, dera-lhe uma moeda de ouro e mandara-o para a copa, onde lhe serviram um bom jantar.


A lembrança enternecida daquela festa inesperada levava ali todos os anos, na mesma data, o limpa-chaminés, que recebia sempre broas e sopa quente, para as quais o atraía não só o reconhecimento, mas também a gulodice e o interesse.

Ora, naquela noite, que era a de 24 de dezembro de 1793, o pequeno ficou surpreendido ao encontrar o palácio fechado. Nas janelas não brilhava uma luz.

Deixou cair por várias vezes a aldrava da porta, sem obter resposta, e ia já desistir e virar as costas, muito desiludido, quando avistou na extremidade da rua, na escuridão já densa, o vulto de um rapazinho que se encaminhava a largos passos para o palácio. Mathiote reconheceu Tiago de Morambert e correu para ele.

— Ah! És tu, Mathiote… Coitado, vieste!… Anda, vem depressa, é melhor entrarmos.

Mal entraram em casa, Tiago rompeu a soluçar:

Naquela noite de Natal na Revolução Francesa,
o conde aguardava a condena de morte
— Há oito dias que meu pai foi preso. O Comitê revolucionário desta área denunciou-o. Vão julgá-lo antes do fim do ano. Ai, Mathiote! O meu pai está perdido!…

E o pranto do pequeno redobrou. Mathiote, a quem o Terror em nada alterara a humilde existência, soube que o conde era acusado de “incivismo”, crime terrível naquela época, e que o cadafalso era inevitável.

Havia oito dias que Tiago ia postar-se todas as tardes em frente à prisão. Tinham-lhe recusado a consolação de falar com o pai, mas pelo menos, através das grades de uma janela que dava para a rua, via o conde atirar-lhe beijos.

O pobre rapazinho ficava ali até ao anoitecer. Regressava justamente dessa dolorosa “entrevista”, no momento em que Mathiote o encontrara.

— Não se aflija, senhor Tiago — disse o limpa-chaminés, desolado com o que acabava de ouvir. — Esses malvados não podem matar assim o senhor conde, que é tão bom, tão caridoso.

— Enganas-te. Foi isso que o perdeu.

— Tenha coragem e deixe o caso comigo.

— Contigo? Que podes tu fazer?… Qualquer tentativa de o ajudar só serviria para apressar a execução.

E Tiago recomeçou a chorar. Mathiote consolou-o o melhor que pôde. Os dois rapazes estiveram juntos cerca de uma hora. Quando o limpa-chaminés saiu do palácio, anoitecera de todo. Dirigiu-se em passo rápido, e quase alegre, para o centro de Paris.

O conde de Plessis-Morambert fora encerrado na prisão da Abadia. Durante as primeiras horas de cativeiro, dominado por essa sobre-excitação raivosa que se apossa de todos os presos, andara às voltas na cela, como uma fera na jaula, esquadrinhando os cantos da prisão, sacudindo as grades da janela, procurando arrombar a porta, esforçando-se, em suma, por descobrir qualquer meio de evasão.

A solidez dos varões, a espessura das paredes, as enormes dimensões da fechadura atarrachada por grandes parafusos, depressa lhe dissiparam as ilusões.

A essa natural agitação, a inatividade forçada fez suceder longas horas de prostração. Invadira-o uma espécie de resignação calma, e nessa noite, à frouxa luz de uma lanterna que o carcereiro acendera, sentado na única cadeira de palha que mobiliava a cela, com os olhos fitos na chaminé vazia, meditava tristemente.

O seu pensamento fugia para o lar onde se sabia tão amado. Via o seu pequeno Tiago lavado em lágrimas, sozinho no palácio deserto, pedindo por ele a Deus.

Especial de Natal - Adveniat Regnum tuum

O Blog Cruz Inabalável deseja a todos os seus leitores um Santo Natal e Abençoado Ano Novo!

Especial de Natal

"O Legionário" Nº 328 - 25 de Dezembro de 1938

Plinio Corrêa de Oliveira

Se, em todas as épocas da História cristã, a data de Natal abre uma clareira alegre e tranqüila no curso normal e laborioso da vida de todos os dias, em nossa época a trégua natalícia assume um significado especial, porque ela vale por um grande e universal "sursum corda" clamado a uma humanidade tumultuosa e sofredora, que vai imergindo aceleradamente no caos da mais completa dissolução moral e social.

Nossa época é um vale sombrio entre duas culminâncias, a civilização do passado, da qual decaímos através de sucessivas catástrofes que começaram com a pseudo-Reforma, e culminaram com os totalitarismos da direita e da esquerda e a civilização do futuro, para a qual caminhamos através de lutas e de dissabores que enchem, a cada momento, de cruzes o nosso caminho.

Por isso mesmo, porque vivemos nos últimos minutos de um mundo que expira, e já vemos os sinais precursores de um outro mundo que nasce, a lição do Natal tem para nós um significado profundo, que devemos meditar no dia de hoje.

* * *

Em outra secção de nossa edição de hoje, trazemos uma súmula das aspirações que a humanidade pré-cristã nutria, a respeito da vinda de um Salvador. O povo eleito esperava essa salvação por meio de um Messias, nascido do tronco de David, conforme a autêntica e insofismável promessa divina. Todos os outros povos da terra, não tendo embora recebido as mensagens divinas por meio dos profetas, conservavam uma reminiscência da promessa de um Salvador, feita por Deus a Adão e Eva, quando da saída destes, do Paraíso. E por isto também eles conservavam, ora mais ora menos deformada, a esperança tradicional de que um Salvador haveria de regenerar a humanidade sofredora e pecadora.

Esta esperança, entretanto, chegou ao seu auge na época em que Nosso Senhor veio ao mundo. Como afirmou um historiador famoso, toda a humanidade, então, se sentia velha e gasta. As fórmulas políticas e sociais então utilizadas, já não correspondiam aos anseios e ao modo de ver dos homens do tempo. Um imenso desejo de reforma sacudia diversos povos. A luta de classes fervera, não havia muito tempo, na Grécia, na Itália, na Fenícia, em outros países ainda. A organização política se tornava cada vez mais opressiva. Roma dilatara por todo o mundo as fronteiras de seu Império, e a Cidade Eterna era, naquela época, não a rainha, mas a tirana da humanidade inteira, que ela sujeitava às mais injustas extorsões para pagar as orgias dos patrícios romanos. Em todos os países, o contraste entre a riqueza e a miséria era patente. De um lado, homens riquíssimos viviam no fausto e no luxo desordenado. Do outro lado, uma multidão de sem-trabalhos infestava muitos bairros de grandes cidades de então. Finalmente, como negro fundo de quadro, milhões e milhões de escravos, acorrentados nos porões das naus ou atrelados como animais, aos carros de transporte, ou presos indissoluvelmente ao arado, gemiam sob o guante de uma opressão que parecia não ter mais fim. Uma imensa corrupção de costumes se alastrava por todo o território do Império, e punha em ruína todas as instituições políticas. Os escândalos se multiplicavam nas fileiras da mais alta aristocracia e daí se projetavam sobre todas as camadas da sociedade. Augusto tentava em vão reagir contra a crescente decadência. Não surtiam efeito suas leis reacionárias. Era no seio de sua própria família, que as aberrações mais monstruosas se multiplicavam. E todo o mundo sentia que uma crise imensa ameaçava a sociedade de uma ruína inevitável.

* * *

Natal na Itália, na Alemanha e no Brasil: Três modos diferentes de comemorar o Natal, três variedades de contemplação

O Blog Cruz Inabalável deseja a todos os seus leitores um Santo Natal e Abençoado Ano Novo!

Presépio napolitano 
Natal Italiano

Se imaginarmos um presépio elaborado em certas regiões da Itália, podemos conceber as figuras todas tomando atitudes muito enfáticas: o Menino Jesus deitado na manjedoura, estendendo os braços a Nossa Senhora; Ela debruçada sobre seu divino Filho numa atitude de profunda ternura, mas uma ternura borbulhante, que tende a se manifestar em gestos que até parecem falar; e se o artista conseguir dar a Nossa Senhora e ao Menino-Deus uma impressão diante da qual alguém diga “só falta falarem!”, o artista ficará encantado, porque o falar e o manifestar-se constitui o auge da realização da cena. São José também, que está perto –– a ele cabe naturalmente, no diálogo entre a Santíssima Virgem e o Divino Infante, um papel mais modesto, porque é apenas o pai jurídico do Menino Jesus — aparece numa posição que, se não falta apenas falar, está prestes a chorar ou a sorrir, conforme a interpretação, mas ele todo está se exprimindo.

Vê-se que, segundo essa concepção, a emoção religiosa deve manifestar-se por meio de grande vivacidade, e que tal vivacidade deve exprimir-se por pensamentos e palavras. E tais pensamentos devem ser vivos, e os termos que os expressam serão enfáticos e calorosos.


Natal Alemão



Presépio alemão
A concepção alemã da noite de Natal é precisamente o contrário da acima exposta. A noite de Natal, para ser bem sacral, tem que produzir nas almas uma impressão profunda, que é comum a todos os povos. Mas, para a mentalidade alemã, tal impressão profunda, por ser profunda, não deve expandir-se, pois situa-se no fundo da alma. E sua melhor manifestação exterior é o silêncio, o recolhimento e a calma.

Enquanto para uns a palavra e o gesto são o auge da expressão, para outros, pelo contrário, o clímax da expressão consiste numa forma de silêncio e de inação, que dão a conhecer profundidades insuspeitadas da alma humana; e que, por seu próprio silêncio, indicam a impotência da alma para exprimir tudo quanto ela cogita. Indicam uma posição do espírito menos exclamativa do que meditativa e elucubrante. Dir-se-ia uma atitude quase filosófica ou teológica, recolhida.

Essa calma, que entretanto não é de tipo científico, é profundamente enternecida. Ternura que indica um afeto tão grande, que a pessoa prefere calar-se a falar. Desse modo, se uns têm a eloqüência da palavra e do gesto, os outros manifestam uma como que eloqüência do silêncio, do recolhimento. São duas posições diferentes.

* * *
E... o Brasileiro...

Qual das duas é a melhor? Compreendo que os italianos tenham a respeito do assunto uma posição, e que os alemães adotem outra. Qual seria a atitude brasileira? A de compreender perfeitamente ambas as posições e degustar tão bem uma como a outra. Essa é bem a maneira brasileira, e é o que sinto em mim. A perfeita compreensão tanto dos italianos quanto dos alemães.

Como brasileiro, falaria menos que os italianos e calar-me-ia menos que os alemães. Ainda mais que sou brasileiro com a loquacidade do nordestino nas minhas veias.

São variedades regionais, mediante as quais Deus quer ser adorado por todos os povos. Não se trata de escolher, trata-se de contemplar a beleza das variantes.

Para celebrar o Santo Natal... Canções natalinas tradicionais


O Blog Cruz Inabalável deseja um Santo Natal e Abençoado Ano Novo a todos os seus leitores! Boas Festas!


1 - Adeste Fideles



2 - Alle Jahre wieder



3 - What Child is This 



4 - Gloria In Excelsis Deo (Les anges dans nos campagnes)



5 - Pueri Concinite


6- Tu Scendi Dalle Stelle



7 - O du fröhliche



8 - Stille Nacht, heilige Nacht



9 - O Little Town of Bethlehem



10 - O Tannenbaum




11 - Süßer die Glocken nie klingen




12 - The Little Drummer Boy


13 - Lasst uns froh und munter sein



14 - Kling Glöckchen klingelingeling



15 - We Wish You A Merry Christmas


16 - Jingle Bells

domingo, 16 de dezembro de 2012

Repostagem - Lord inglês, vestido de árabe, fura o consenso ambientalista da ONU e é expulso da COP-18



Lord Monckton, nobre inglês famoso por sua posição
corajosa de enfrentar os ditos "dogmas" ambientalista,
 enfrentou a ONU na última Conferência do Clima. Ele
conseguiu burlar a segurança vestindo-se de emir árabe...
Nilo Fujimoto

Terceiro Visconde Monckton de Brenchley, Lord Christopher Monckton é conselheiro-chefe de política do Instituto de Ciências e Políticas Públicas de Londres1, um acérrimo e hábil opositor da idéia doaquecimento global gerado pelo homem, e membro do CFACT – Comissão por um Futuro Construtivo, na sigla em inglÊs

Ele vestiu-se de emir árabe, burloua segurança da ONU na plenária da Conferência COP-18 ocorrida até o dia 8/12 p.p. em Qatar, epronunciou um discurso contra a farsa do aquecimento global. Foi o suficiente para tomarem a atitude pouco tolerante de expulsá-lo do COP…

A jornalista Giuliana Miranda, enviada especial a Doha, pela Folha de São Paulo2, escreve procurando desqualificar a posição de Lord Monckton chamando de “o cético, um dos grandes opositores em seu país do consenso científico (sic!) sobre as mudanças climáticas”.

Consenso científico, que tem vários opositores… então não é consenso!

Resulta que mesmo na Inglaterra como no mundo todo o assim chamado aquecimento global provocado pela atividade humana não é consenso, e muito menos científico. Parece que a jornalista – enviada especial da Folha – não ficou sabendo do Climagate ocorrido na Inglaterra, quando vasaram e-mails dos tais “cientistas consensuais” combinando a fraude de informações para favorecer as suas teses3.

O mesmo “esquecimento” da mídia ocorre com relação à carta aberta que 100 cientistas dirigiram ao secretário-geral da ONU (13-12-2007) na qual se encontra a afirmação: “É impossível deter as alterações climáticas. O IPCC tem publicado conclusões cada vez mais alarmistas sobre a influência climática do CO2 de origem humana, um gás não poluente que é essencial à fotossíntese. As conclusões do IPCC são absolutamente injustificadas. É fútil tentar impedir o clima de se alterar”4.

O consenso, como veem, é apenas uma figura de linguagem, um dos instrumentos para criar o clima que o príncipe D. Bertrand de Orleans e Bragança descreve em seu livro-denúncia “Psicose Ambientalista – Os bastidores do Ecoterrorismo para implantar uma “religião” ecológica, igualitária e antinatural”.

Não raras vezes esse “consenso” é obtido silenciando quem quer se pronunciar contra a não evidência científica da mudança climática provocada por ação do homem. Mais uma prova disso foi a expulsão de Lord Monckton da recente COP-185.

Conclusão: o consenso científico ambientalista é obtido pelo silêncio ou “esquecimento” da mídia conjugado com expulsão e perseguição dos cientistas não-consensuais.

Notas:

1 – Para saber mais sobre a personalidade acesse: http://www.catolicismo.com.br/materia/materia.cfm/idmat/65B4449D-C518-6653-145DEA83DE41BAE0/mes/Agosto2012

2 - Cético britânico dribla segurança e discursa na COP-18,http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/1198230-cetico-britanico-dribla-seguranca-e-discursa-na-cop-18.shtml

3 – Destacado alarmista climático confessa fraude e renuncia, http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com.br/2012/04/destacado-alarmista-climatico-confessa.html

4 – Psicose Ambientalista, cap. IV, I-4. Distorções ou fraudes nos relatórios do IPCC, pag. 52

5- A 18ª Conferência das Partes (COP 18) da Organização das Nações Unidas, em Doha, Catar onde se reuniram ministros e negociadores de cerca de 200 países para impedir as mudanças climáticas através da diminuição de emissões dos gases ditos de efeito estufa CO2.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Repostagem - Famílias prometem que só saem 'mortas' de terra indígena no Mato Grosso

Esta re-postagem, é na verdade uma atualização de um artigo já publicado. Clique aqui para ler.

CUIABÁ - Começa na próxima segunda-feira, 10, a retirada das famílias que residem dentro da Terra Indígena Marãiwatsédé pertencente aos índios da etnia Xavante e localizada entre os municípios de São Félix do Araguaia e Alto da Boa Vista, norte do Mato Grosso.

O clima é tenso. Pequenos produtores e comerciantes dentro da área afirmam que não vão deixar o local. "Vamos fazer uma barreira e só sairemos mortos", disse um manifestante em matéria veiculada em uma TV local. Há mais de 30 dias, centenas de policiais - federais, rodoviários federais e da Força Nacional - estão na área. Desde o início da semana diversas manifestações de protestos foram realizadas na BR-158, impedindo a passagem de caminhões.

A saída dos fazendeiros e posseiros que ocupam a área indígena deveria ter acontecido até o fim do mês de setembro. Poucos dias antes do fim desse prazo, duas decisões do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) suspenderam a decisão, desobrigando, temporariamente, a saída dos ocupantes da área que pertence aos índios da etnia Xavante.

Diante destas decisões, o Ministério Público Federal recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), no sentido de obter uma decisão que restabelecesse as sentenças de primeira e segunda instâncias judiciais que declararam que a terra pertence aos xavantes.

A procuradora da República Marcia Brandão Zollinger disse que a equipe responsável pela ação tem a preocupação de prestar assistência às pessoas que deixarão a terra indígena, cumprindo a decisão judicial.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Repostagem - Homossexualismo. A cartada final? É evidente que não!

Homossexualismo. A cartada final? É evidente que não!

A caminho da pedofilia e da bestialidade

Nilo Fujimoto 

Chegamos ao paroxismo de maldades inauditas. Já assistimos a aprovação de um partido promotor da pedofilia na Holanda2 e o aparecimento de termos como “amor intergeneracional”3 para dar ares de legitimidade à pedofilia.

Mas, quando pensamos que já não se poderia ofender mais a Deus, surge a ponta de um novo iceberg feito de águas imundas. Leiam a notícia abaixo, que fala por si.

Quem não acredita no processo revolucionário que faz da tolerância a palavra de ordem, um talismã para alcançar a mudança das mentalidades, não percebeu nada dos verdadeiros métodos e objetivos dos inimigos de Deus e dos homens.

Acredita, leitor, que há ativistas que querem que a lei proteja a bestialidade? E tudo em nome da liberdade e da tolerância.

Alemanha tenta mudar lei para proibir sexo com animais

Ativistas pró-bestialidade prometem recorrer na Justiça se proibição for aprovada: ‘Animais são mais fáceis de ser compreendidos do que mulheres’, diz defensor

BBC Brasil | 28/11/2012 11:14:27

A coalizão de partidos que governa a Alemanha está tentando aprovar modificações na legislação do país para proibir bestialidade – a prática de sexo com animais.

O comitê de agricultura do Parlamento alemão está considerando emendas que estabelecem multas de até 25 mil euros (mais de R$ 65 mil) para quem praticar bestialidade. A votação final sobre o tema acontecerá no dia 14 de dezembro no Bundestag, a câmara baixa do Parlamento alemão.

A bestialidade foi legalizada na Alemanha em 1969 para casos em que o animal não seja maltratado “de forma significativa”. Esta lei era alvo de ativistas pró-direitos dos animais.

O diretor do comitê parlamentar alemão, Hans-Michael Goldmann, disse ao jornal Tageszeitung que o objetivo da nova lei é esclarecer quais práticas não são permitidas. “Com esta proibição explícita, ficará mais fácil impor penas que melhorem a proteção aos animais”, disse ele. O projeto de lei estabelece multas para quem pratica “ações que não são da natureza das espécies”.

Alguns alemães são contrários à mudança na lei. Um grupo de ativistas chamado Engajamento Zooófilo pela Tolerância e Informação (Zeta, na sigla em alemão) diz que vai entrar na Justiça contra a nova lei, caso ela seja aprovada.

“É impensável que qualquer ato sexual com animal seja punido, mesmo sem provas de que o animal tenha sido maltratado”, disse Michael Kiok, diretor do Zeta. Para ele, os animais são capazes de expressar de diversas formas o que gostam ou não gostam. “Nós vemos animais como parceiros, e não apenas como meios para obter satisfação. Nós não os obrigamos a fazer nada. Animais são mais fáceis de ser compreendidos do que mulheres”, disse Kiok.

A bestialidade é proibida em diversos países europeus, como Holanda, França e Suíça. Na Grã-Bretanha, o crime dava prisão perpétua, mas em 2003 a pena foi reduzida para dois anos.

Outros países, como Bélgica, Dinamarca e Suécia, permitem a bestialidade. Na Suécia, há discussões para mudanças na lei semelhantes às que estão sendo propostas na Alemanha.

Fontes: 1 – Pedófilos criam partido político na Holandahttp://noticias.terra.com.br/popular/interna/0,,OI1027786-EI1141,00.html

2 – Conheça os líderes universitários que estão tentando redefinir a pedofilia como “intimidade intergeracional” http://noticiasprofamilia.blogspot.com/

3 – http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/bbc/2012-11-28/alemanha-tenta-mudar-lei-para-proibir-sexo-com-animais.html

Confessai-vos bem - O Santo Sacramento da Confissão Pt. 1

1. O principal motivo da perdição.

Discípulo — Padre, poderia explicar-me a razão deste título?

Mestre — Chamei-o assim por causa do fato seguinte:
Conta-se certa moça, tendo caído por desgraça num desses pecados que tanto envergonham na confissão, vivia triste e desconsolada. Passaram-se assim muitos meses, sem que nenhuma das companheiras da coitada descobrisse a causa de tanta aflição. Nesse ínterim, aconteceu que a sua melhor amiga, muito virtuosa e devota, morreu santamente. Uma noite, a chamam pelo nome, quando está no melhor do sono; reconhece perfeitamente a voz da amiguinha morta que vai repetindo: Confesse-se bem... se você soubesse o quanto Jesus e bom!
A moça tomou aquela voz por uma revelação do céu, criou coragem e, decidida, confessou o pecado que era a causa de tanta vergonha e de tantas lágrimas. Naquela ocasião, tamanha foi a sua comoção, tão grande o seu alívio que depois disso, contava o fato a todo o mundo, e repetia por sua vez: "Experimentem e vejam o quanto Jesus é bom".

D. — Muito bem! — acredito nisso plenamente, porque, já fiz mais de cem vezes a experiência de tal verdade.
M. — Pois então agradeça a Deus de todo o coração e continue a fazer boas confissões. Ai daquele que envereda, pelo caminho do sacrilégio! É essa a maior desgraça que nos pode acontecer, porque dela não teremos mais a força de nos afastar, e assim prosseguiremos, talvez até à morte, precipitando-nos no abismo da perdição eterna.

D. — É assim tão nefanda uma confissão mal feita?
M. — É o principal motivo, a causa capital da perdição!

D. — Deveras?
M. — Assim é, infelizmente! São as confissões mal feitas o motivo pelo qual tantas pessoas perdem suas almas e vão para o inferno.

D. — Mas não há exagero nisso?
M. — Exagero nenhum, e nem sou eu quem o diz: afirmam-nos os Santos que melhor conhecem as almas e viu-o Santa Teresa em uma visão.

Estava a Santa rezando, quando, de repente abrem-se diante dos seus olhos uma voragem profunda, cheia de fogo e de chamas; e nesse abismo precipitam-se com abundância, como neve no inverno, as pobres almas perdidas.

... são as confissões mal feitas o motivo pelo qual tantas pessoas perdem suas almas e vão para o inferno!...


Assustada, a Santa levanta os olhos ao céu e:

 — Meu Deus, exclama, meu Deus! O que é que eu estou vendo? Quem são elas, quem são todas essas almas que se perdem? Com certeza devem ser as almas dos pobres infiéis.
 — Não, Teresa, não! Responde o Senhor. As almas que neste momento vês precipitarem-se no inferno com o meu consentimento, são, todas elas, almas de cristãos como tu.
 — Mas então devem ser almas de pessoas que não acreditavam, que não praticavam a Religião, que não freqüentavam os Sacramentos!
— Não, Teresa, não! Fica sabendo que essas almas pertencem todas a cristãos batizados como tu, e, que, como tu, eram crentes e praticantes...
— Mas se assim é, naturalmente essa gente nunca se confessou, nem mesmo na hora da morte...
— No entanto, são almas que se confessavam, e confessaram-se também antes de morrer...
— Por qual motivo então, ó meu Deus, são elas condenadas?
— São condenadas porque se confessaram mal...

Vai Teresa, conta a todos esta visão e recomenda aos Bispos e Sacerdotes que nunca se cansem de pregar sobre a importância da confissão e contra as confissões mal feitas, afim de que os meus amados cristãos não transformem “o remédio em veneno; afim de que não se sirvam mal desse sacramento, que é o sacramento da misericórdia e do perdão.”

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Absurdo: Índios xavantes ganham posse de área em Mato Grosso

O absurdo a que me refiro no título deste post não é o fato, em si, dos índios terem ganho na Justiça uma área em Mato Grosso. Mas, eles, menos de 2 mil índios e praticamente inaptos a lavrar a terra, terem ganho na Justiça, a posse de uma área pertencente a mais de 8 mil famílias de produtores rurais, cidadãos honestos, pagadores de seus impostos, e como agricultores, sustentáculos de nosso País. Mais um triste episódio da sistemática perseguição aos agricultores.

Com todo o respeito que os nossos índios merecem, não podemos e não devemos admitir que mais de 8 mil famílias (veja reportagem da Globo News) de brasileiros sejam desalojadas de suas casas e largadas à própria sorte, sob o pretexto de devolver suas terras aos Índios Xavantes. Nem as lavouras já plantadas eles poderão colher.

Não se corrige uma suposta injustiça com outra.

São mais de 165 mil hectares de terras produtivas, a maioria ocupadas com pastos e lavouras de grãos, que serão entregues para menos de 2 mil índios que não possuem a mínima aptidão para a lavrar a terra.

Muitas das famílias ali assentadas possuem Títulos dos Imóveis adquiridos de boa fé há mais duas décadas. Gente que gastou a juventude numa região inóspita e sem atenção do Governo, lavrando a terra e produzindo alimentos. Gente que ajudou a construir o Brasil. Jovens que hoje se tornaram velhos e já não dispõem da mesma força para reconstruir a vida em outro lugar.

Essas pessoas começarão a ser expulsas de suas casas e terras nos próximos dias.

Fonte: site Novo Código Florestal

Vídeo: http://globotv.globo.com/globo-news/jornal-globo-news/v/indios-xavantes-ganham-posse-de-area-em-mato-grosso/2248380/

Entrevista de Dom Bertrand de Orleans e Bragança ao Canal do Boi - Livro Psicose Ambientalista

Por ocasião do lançamento de sua última publicação, Psicose Ambientalista - Os bastidores do ecoterrorismo para implantar uma "religião" ecológica, igualitária e anticristã, S.A.I.R Dom Bertrand de Orleans e Bragança concedeu entrevista ao Canal do Boi, com declarações objetivas e irrefutáveis acerca da questão ambiental, seus exageros, e quais os problema inerente a ela.

Segue o link da parte I da entrevista:

Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Psicose ambientalista, canal do boi - I

Sobre o livro:

Psicose Ambientalista desvenda farsas criadas pelos ambientalistas radicais e pelos ecoterroristas.

Você sabia que não existe comprovação cientifica de que o aquecimento global é criado pelo homem? Você sabia que o CO2 – que para os “ambientalistas” é o responsável pelo aumento da temperatura média do ar e dos oceanos – é benéfico para o homem e para o animal?

E tem muito mais! O que está por trás dos estrategistas verdes? Quais suas intenções e porque divulgam essas mentiras?

Se você quer saber toda a verdade oculta pelosEcoterroristas, o livro Psicose Ambientalista é leitura obrigatória.

Receber o livro

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Miguel, Miguel do Amanhecer...


Esta é a história verdadeira de um fuzileiro naval - marine - americano que foi ferido durante a Guerra da Coréia em 1950. Escrevendo para sua mãe, ele conta a ela um fascinante encontro que ele teve na guerra. O Pe. Walter Muldy, um capelão da Marinha que conversou com o jovem fuzileiro e sua mãe, bem como com o comandante do grupo de combate, sempre afirmou a veracidade dessa narrativa. Nós a ouvimos de alguém que leu a carta original e relata aqui a história com todos os detalhes e o faz em primeira pessoa, para melhor transparecer algo do impacto que ela deve ter causado quando foi escrita pelo filho à sua mãe.

Querida Mamãe,

Estou escrevendo para a senhora de uma cama de hospital. Não se preocupe, mãe, eu estou bem. Eu fui ferido, mas o médico me disse que eu terei alta em breve.

Mas não é isso que eu tenho a contar para a senhora, mãe. Algo aconteceu comigo que eu não ouso contar a ninguém mais por medo de que não acreditem. Mas eu tenho que contar à senhora, a única pessoa em quem posso confiar, apesar de que mesmo a senhora pode achar difícil de acreditar.

A senhora se lembra daquela oração a São Miguel que a senhora me ensinou a rezar quando eu ainda era pequeno: "Miguel, Miguel do amanhecer,..." Antes que eu viesse para a Coréia, a senhora insistiu para que eu me lembrasse dessa oração antes de qualquer confronto com o inimigo. Mas a senhora na verdade nem precisava me lembrar, mãe. Eu a tenho sempre rezado, e após minha chegada na Coréia, eu a tenho recitado várias vezes por dia, enquanto estou marchando ou mesmo descansando.

Bem, um dia, recebemos a ordem de sair para procurar uns comunistas. Era um dia realmente frio. Enquanto eu estava andando, eu percebi um companheiro andando ao meu lado, e eu olhei para ver quem era.

Ele era um sujeito grande, um fuzileiro de mais de 1,80m, fisicamente bem constituído. Engraçado, mas eu não o conhecia, e eu achava que conhecia todos da minha unidade. Eu fiquei feliz por ter companhia e quebrei o silêncio entre nós:

"Frio hoje, não é?" Então, comecei a sorrir comigo mesmo porque eu percebi que era um tanto absurdo falar sobre o clima quando estávamos avançando para o inimigo. Ele também deu um leve sorriso.

"Eu pensei que eu conhecia todo mundo da minha unidade," eu continuei, "mas eu nunca te vi antes."

"Não," ele concordou, "Eu acabei de me juntar ao grupo. Meu nome é Miguel."

"Verdade?! É o meu também!"

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

20/10/2012 -- Santuário de Lourdes inundado.

O Santuário de Lourdes, destino de peregrinação católica no sudoeste da França, foi fechado parcialmente e cerca de 500 peregrinos foram evacuados neste sábado devido às inundações causadas por forte chuvas, informou a prefeitura.

As chuvas que caem sem descanso nesta região desde quinta-feira provocaram a alta do rio Gave de Pau, que atravessa o santuário, o que produziu o fechamento de uma grande parte do Santuário. A inundação ocorreu no dia 20 de outubro último, e o Santuário só foi reaberto no dia 23.

Mais um sinal Divino, ou apenas mais um desastre natural? Proximidade com os Castigos anunciados pela Santíssima Virgem em Fátima, ou uma mera coincidência?
Só o futuro poderá responder estas perguntas.













Uma palavra sobre a Inquisição

Rev. Pe. Rodrigo Matsuki

Pela insistência das pessoas em criticar a Igreja pelo episódio da inquisição, mesmo a maioria delas nunca tendo sequer lido uma linha a sério sobre o assunto, resolvi escrever esse breve esclarecimento.

O primeiro passo para se querer emitir um juízo sobre qualquer acontecimento histórico é entender a época em que ele se deu, como o ser humano pensava nesse momento da história, do contrário se cairá inevitavelmente no anacronismo.

Como a inquisição se deu na Idade Média, faz-se necessário uma contextualização sobre quem era o homem medieval europeu. Esse, muito diferente do atual, via o mundo sob o prisma sobrenatural, tendo a fé como seu principal valor, desse modo, julgava lícito empregar qualquer esforço para defender a fé.

A inquisição era um tribunal onde a Igreja, em união com o Estado, julgava e aplicava penas às pessoas que eram acusadas de crimes contra a fé. Tal tribunal passou a existir, pois dado o homem medieval descrito acima, esse para defender a fé buscava fazer justiça com as próprias mãos diante de simples acusações de heresia, blasfêmia, etc., sem dar ao acusado o direito de defesa, naturalmente correndo grande risco de incorrer em injustiças.

Diante dessa situação, a Igreja precisava fazer algo para coibir tais abusos, criando pela gerência do Santo Ofício tal tribunal.Nisso já cai por terra uma das mentiras em torno da inquisição, de que julgava e condenava não católicos ou apóstatas, ao contrário, esse tribunal só julgava católicos.

O tribunal quando era instaurado em algum local, havia o chamado "tempo da graça", que consistia em um período no qual qualquer pessoa que tivesse cometido algum crime contra a fé, poderia procurar o tribunal arrependida e pedir perdão, sendo imediatamente absolvida sem qualquer pena.

Encerrado esse período começavam-se os julgamentos dos acusados, onde tudo funcionava mais ou menos como um tribunal de nossos dias, tendo em conta que o tribunal inquisitorial foi o primeiro tribunal da história da humanidade a conceder o direito de defesa ao réu, o que representou grande avanço no direito mundial.

Caso o réu fosse condenado, recebia uma pena, que variava desde práticas de piedade (como é a penitência da Confissão nos dias atuais) até a pena capital, passando por períodos de reclusão, de acordo com a gravidade do delito cometido. As penas capitais ou de reclusão eram aplicadas pelo Estado e eram mínimas se comparadas às demais. A tal ponto que o maior tribunal inquisitorial que houve na França, durando 100 anos, condenou a pena capital 99 pessoas. Desse modo, cai por terra a inverdade de que o tribunal inquisitorial tenha matado milhões de pessoas.

Para se ter uma ideia o tribunal inquisitorial condenou à pena capital no mundo inteiro em mais de um século de existência, dando às pessoas o direito de defesa, menos pessoas do que a Revolução Francesa matou em um único dia, sem o menor direito de defesa. Desse modo, qualquer pessoa que condena a inquisição pelas pessoas que foram mortas e vê a Revolução Francesa como um avanço, é uma pessoa que desconhece gritantemente os fatos históricos ou é um vigarista puro e simples que não possui o menor senso de proporções.

Claro que ao longo desse período de existência do tribunal inquisitorial, houve pessoas que o instrumentalizaram para fins políticos, mesquinhos e egoístas, pessoas essas tanto por parte da Igreja como do Estado. Mas note bem, o fato disso ter ocorrido em alguns casos, não diminui sua licitude, só leva a constatar que pessoas fizeram mau uso dele.

Em comparação com qualquer tribunal existente na época, o inquisitorial era muito mais brando. E a prova de que era algo aceitável na época é o fato de não ter sido privilégio da Igreja Católica, as Igrejas Protestantes existentes também possuíam tribunais semelhantes, que eram em geral mais severos que o católico. Isso era uma decorrência da união entre Igreja e Estado, sendo os crimes cometidos contra a Igreja, também contra o Estado.

Em suma, o tribunal inquisitorial era algo perfeitamente aceito em sua época, mais brando que qualquer outro tribuna, representou grande avanço no direito mundial, voltado só para católicos e condenou imensamente menos pessoas do que se difunde.

obs.: Quem tiver interesse em conhecer mais sobre o assunto tratado de um modo sério e científico, recomendo a leitura do livro: A Inquisição em seu Mundo, cujo autor é João Bernardino Gonzaga, que era professor de direito da PUC e da USP e faz neste livro uma análise do tribunal inquisitorial comparando com os demais tribunais da mesma época. Esse livro só se encontra para comprar em sebos, mas está disponível em PDF na internet.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Blasfêmia contra a Santíssima Virgem



Você talvez já recebeu um cartão de Natal ou um santinho com a bela imagem acima.


Trata-se de uma das mais reputadas obras de arte do Beato Angélico, a Anunciação do anjo São Gabriel a Nossa Senhora.

Cena augustíssima entre todas, da vida de Jesus, porque nesse mesmo instante em que Maria respondeu “Eis a escrava do Senhor, faça-se em mim segundo tua palavra”, o Verbo de Deus se fez carne e habitou entre nós.

O talento e a santidade de Fra Angelico souberam dar à cena toda a sua sacralidade, de molde a despertar veneração nos milhões de fiéis que a tem visto e a guardam na memória, por exemplo ao rezar o primeiro mistério gozoso do rosário.

Imagine que um tarado obcecado por pornografia deturpasse a cena e, preservando exatamente o fundo de quadro (para trazer de volta à sua imaginação a pintura original), substituísse Nossa Senhora por uma mulher meio descabelada e inteiramente nua. E o anjo por outra mulher com asas, ela também inteiramente nua.

Você não sentiria essa adulteração como uma imensa agressão psicológica à suas convicções e à sua devoção por Nossa Senhora e por Nosso Senhor Jesus Cristo nesse instante supremo da Encarnação?

E não ficaria ainda mais horrorizado(a) se soubesse que essa agressão contra sua sensiblidade religiosa está sendo exibida nada menos do que na prestigiosa National Gallery de Londres, na Inglaterra?

Ela faz parte das obras do falecido artista Richard Hamilton (1922-2011) e está incluída numa exibição póstuma, concebida pelo próprio autor, que inclui outros quadros com cenas lúbricas de nú total dessas mesmas mulheres.

Consideramos este quadro e essa exposição uma blasfêmia contra a honra da Mãe de Deus e de seu Filho e uma agressão brutal à consciência de todo católico.

Porém, que tenhamos conhecimento, NINGUÉM está fazendo qualquer declaração ou tomando atitudes – pacíficas, é claro – contra essa exposição.

Se você souber de algum padre, de algum bispo, ou cardeal que tenha se manifestado, por favor nos informe. Nós vamos cumprimentá-lo por isso.

Em contrapartida, há algumas semanas, inúmeras personalidades do clero e do mundo católico tomaram a defesa do Islã contra uma obra que os muçulmanos consideraram ofensiva para eles.

Vamos explicar melhor…

Foi postado na Internet a sinopse de um filme que conta a vida de Maomé de uma maneira que os muçulmanos acharam blasfema. Os seguidores do islamismo não aceitaram tal zombaria e unidos, protestaram pelo mundo árabe, inclusive de forma violenta (até um grupo extremista aproveitou-se dos distúrbios para assassinar o embaixador americano na Líbia).

Muitas autoridades religiosas católicas uniram-se à condenação do filme acusando-o de ser o responsável dessa violência, alguns até apoiando uma ação legal internacional contra os seus autores (veja aqui um exemplo).

Contrariamente ao Corão, o Evangelho não prega a violência. Mas há meios eficazes de reagir sem violência, que um católico pode empregar. É portanto incompreensível que uma ofensa gravíssima contra Àquela que é a Mãe de Deus, o Vaso de Pureza, não ocasione um protesto veemente dos católicos, especialmente das autoridades.

E cada um de nós, como devoto de Nossa Senhora? Será que amamos verdadeiramente a Mãe de Deus a ponto de defendê-La contra uma blasfêmia como o que expomos acima?

Trazendo a cena para o dia a dia:

- Você aceitaria que fizessem uma caricatura de sua mãe, irmã, esposa onde ela estivesse totalmente exposta, nua?

Imagino que você ficaria indignado(a) e faria de tudo para retirar tal caricatura da vista do mundo.

Então, façamos o mesmo por nossa Mãe do Céu.

Veja o que você pode fazer para parar a exibição dessa blasfêmia:

* Faça manifestações e protestos pacíficos. Os católicos são cidadãos ordeiros, respeitosos do Estado de Direito e que não fazem justiça pelas próprias mãos;

* Mostre esta notícia para o Padre da Paróquia que você frequenta. E peça a ele que mostre ao Bispo com quem tem contato;

* Envie uma mensagem à National Gallery, onde o quadro está sendo exposto, pelo e-mail: information@ng-london.org.uk

Sugestão de texto:
Assunto: Suspendam imediatamente a blasfêmia contra a Virgem Maria.
Texto:
Senhores,
Sou do Brasil e venho através deste e-mail fazer meu ato de protesto contra a infame exposição “The Late Works”, de Richard Hamilton. A razão de meu protesto é a inclusão de um quadro que deturpa a cena da Anunciação, zombando dos meus sentimentos religiosos cristãos.
Isso é inadmissível não apenas para os católicos brasileiros, como para qualquer país que nasceu das raízes cristãs, como a Inglaterra.
Exijo que sejam tomadas providências imediatas para que tal blasfêmia seja removida da exposição e farei de tudo para multiplicar este protesto por toda a Internet.
Atenciosamente,
Seu nome

* Se você tiver algum contato no Vaticano, envie este post para que leiam e façam alguma coisa;

* Caso você tenha um blog ou site, publique esta notícia e faça seu ato de protesto;

* Compartilhe este post nas redes sociais e peça que os verdadeiros católicos se manifestem contra este ato radical de cristianofobia.

Esta blasfêmia não pode ficar sem protesto.

Ou não somos filhos de Maria Santíssima…

Como você vê há várias formas de protestar que não requerem um grande esforço.
VOCÊ PODE FAZER A MAIORIA DELAS SENTADO EM FRENTE AO SEU COMPUTADOR.

Demonstre que você ama Nossa Senhora. Defenda-A destes insultos. O mundo precisa ver que não somos católicos apenas da boca pra fora, nós amamos a Igreja e a defendemos – pacificamente – de todo e qualquer ataque.

(Não publicamos aqui a foto da blasfêmia, pois não estaria de acordo com o que a moral, o pudor e o respeito à Nossa Senhora exigem. Limitamo-nos apenas a descrevê-la e dar as informações que permitem a qualquer um encontrar o original na Internet, coisa que, entretanto, não recomendamos).
Fonte: Devotos de Fatima

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Fé inabalável


[...]“Em meio a esse caos, só algo não variará. É, em meu coração e em meus lábios, como no de todos os que vêem e pensam comigo, a oração: Ad te levavi oculos meos, qui habitas in coelis. Ecce sicut oculi servorum in manibus dominorum suor
um, sicut oculi ancillae in manibus domniae suae; ita oculi nostri ad Dominam Matrem nostram donec misereatur nostri".
(Levanto meus olhos para ti, que habitas nos Céus. Vede que, assim como os olhos dos servos estão fixos nas mãos dos seus senhores, como os olhos da escrava nas mãos de sua senhora, assim nossos olhos estão fixos na Senhora, Mãe nossa, até que Ela tenha misericórdia de nós (cfr. Ps. 122, 1-2).

É a afirmação da invariável confiança da alma católica, genuflexa, mas firme, em meio à convulsão geral.

Firme com toda a firmeza dos que, em meio da borrasca, e com uma força de alma maior do que esta, continuarem a afirmar do mais fundo do coração: ‘Credo in Unam, Sanctam, Catholicam et Apostolicam Ecclesiam’, ou seja, creio na Igreja Católica, Apostólica, Romana, contra a qual, segundo a promessa feita a Pedro, as portas do inferno não prevalecerão”.

Revolução e Contra-Revolução
Plinio Corrêa de Oliveira

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

"Scarification tattoo" Mais um passo dado rumo ao culto do horrendo

"Navegando" na internet, terminei por me deparar com uma série de imagens que, de imediato, me deixaram boquiaberto. Eis as imagens:







Trata-se de um novo tipo de tatuagem¹. Ao invés da introdução, por agulhas, de um pigmento na pele, a pele é removida. Literalmente cortada, raspada...
A tatuagem, como originalmente entendemos, é condenada pela Doutrina Católica. Imagine esta nova prática, que já se torna comum... Para os que pensam que ficaria apenas na, para muitos, inofensiva tatuagem, está aí, mais um passo rumo ao culto do horrendo em que pode-se dizer, quase já vivemos.

¹ Digo "novo tipo de tatuagem", por estar se tornando,atualmente, cada vez mais comum. Porém já é uma prática antiga, utilizada sobretudo por tribos africanas para marcar fases cruciais em homens e vida das mulheres. 

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Repostagem - Igualitarismo e a Redução ao absurdo

Sonhei. Confesso que foi um sonho muito singular! Vi um comício de… insetos.

O clima estava tenso no meeting. “Abaixo a discriminação, igualdade, igualdade!”, bradava furiosa uma aranha “enorme”, imponente em sua teia regular e geometricamente constituída: “Protegem os mamíferos. Os animais grandes por acaso são racionais? Ou são como nós, corpos sem espírito? Por que o Código Penal os protege, e nada diz em nosso favor? Vejam esta: um casamento de cães e a dona gastou na festa 500mil reais![1] Para nós, é só inseticida.

A traça gritava: “Cultura, cultura, precisamos de mais livros”. (Para que, hein? Como se sabe, as traças se alimentam das publicações). Um louva deus da TLI (Teologia da Libertação dos Insetos) dizia: gente, gente: união, união. Somos todos irmãos, somos todos iguais. O comitê das pulgas ostentava um cartaz em que se lia: “Mamíferos gigantes (os homens), não se cocem pois nos atrapalha”… Saúvas vermelhas exclamavam: pensam que não percebemos que entre os homens há vermelhos que nos invejam? Então, por que calcam o pé sobre nós? Será que é só porque temos rainhas? Insetos de todo mundo, uni-vos!

O comício se desenrolava assim, quando chegou a reportagem.

Logo procurou pela traça, presumivelmente o mais amigo dos livros entre os insetos, para prestar declarações. O repórter perguntou: Qual a razão dessa manifestação dos insetos, um pouco singular?

Traça: Somos animais como os outros, mas vítimas de um absurdo preconceito apenas porque somos pequenos. É só uma questão de tamanho. Todo animal, grande ou pequeno, é um corpo sem razão. As sociedades protetoras de animais não nos protegem. Por que? Tem lógica? Somos tão animais quanto os mamíferos. É uma discriminação. Estamos apenas cumprindo a pauta que nos deu a natureza; nada de mal, não é? Se talvez incomodamos um pouco, compare com a opressão que vem da raça humana. É uma guerra racial, sem tréguas. Os animais domésticos são uns bajuladores do homem. Nós não bajulamos, e por isso somos perseguidos. Igualdade! Guilhotina neles! São politicamente incorretos!

Repórter: Mas você não acha que entra um pouco de legítima defesa de parte dos homens face a vocês? Há insetos daninhos, venenosos, outros machucam e coçam.

Traça: Há também insetos não venenosos, que são tratados com os mesmos preconceitos. Que legítima defesa pode haver face a uma barata inofensiva? Desculpe, se é uma questão de beleza, entre vocês homens há cada espécime… Veja o meu caso pessoal de traça: não mordo ninguém, não faço barulho. Apenas busco meu sustento, onde estou acostumada. Ou será que um livro inerte tem mais valor do que eu, que sou um ser vivo? Por que motivo esmagar uma mosca, que não pica, e agradar um cão, que às vezes fere gravemente, como um rottweiller? Mera questão de tamanho? Quer um animal mais inofensivo que uma minhoca? Lá vai ela enganchada cruelmente num anzol. Onde fica a igualdade entre os animais, racionais ou não? E, se nos tratam desigualmente, onde fica o igualitarismo tão querido dos homens de hoje?

Repórter: É verdade. Nunca se ouve um ecologista, desses que dizem que não se deve matar nem uma cobra, nem uma onça, deixar sua casa ser invadida por baratas, pernilongos ou outros inofensivos insetos. Preconceito!

A essa altura se ouviu a aranha gritar: “igualdade! igualdade! Entre os insetos e os outros animais! Entre os animais e os homens! Justiça! Justiça! Abaixo os inseticidas genocidas! Abaixo as classes sociais, ou melhor, as classes animais!”

Passou então um dos redatores do Projeto de Código Penal, ora em discussão, e disse: Isso é lógico, pelo menos tão lógico ou tão ilógico quanto vários itens que pusemos em nosso projeto. Vou sugerir novos artigos. Os insetos são tão animais quanto os Totós e os Bichanos. A diferença está apenas em que eles não têm ossos. E daí? Nem um, nem outro são racionais. Sejamos igualitários! Sejam proibidos os inseticidas, contrários aos “direitos humanos” dos insetos. Uma prática de genocídio.

Finalmente, o despertador tocou. Um alívio! E terminou o show da “redução ao absurdo”, de que falam os especialistas na arte da argumentação.[2]

Esse sonho se destaca por sua grande simplicidade. Aonde quero chegar? Quero mostrar de maneira simples e acessível, o absurdo de alguns artigos do Projeto de Código Penal, dos igualitários e dos ecologistas radicais em geral. Onde está a coerência deles? Dos protetores de animais, que só protegem os animais grandes? Por que? Se as ideias deles são lógicas, por que não protegem também os insetos? Duvido que a casa de um ecologista seja cheia de traças e baratas!

Vamos aplicar o bom senso e a coerência no que diz respeito aos animais grandes e pequenos. E prestar atenção ao ensinamento das Sagradas Escrituras, do livro sagrado do Genesis:



“Enchei a Terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a Terra”.[3]

O que não for isto não é um ambientalismo cristão, como denuncia o livro de Dom Bertrand de Orleans e Bragança,Psicose ambientalista[4]. É semelhante a uma nova religião. Esse igualitarismo descrito em meu sonho, que parece tão absurdo, é mesmo tão absurdo quanto o igualitarismo entre os homens, pois se baseia nas mesmas premissas e nos mesmos slogans. Já em 1978, Dr. Plinio previa que a mania da igualdade entre os humanos levaria até o desvario dos “direitos” dos animais sobrepujarem os direitos dos homens![5] Estamos nisso!

_______________

[1] O Estado de S. Paulo, 13-7-2012.

[2] ”Redução ao absurdo”: redução ao impossível, ou prova por contradição, consiste em deduzir de um argumento uma consequência absurda ou ridícula, para demonstrar que o argumento está errado. É absurdo em pregar a igualdade entre os homens e os animais grandes, ou entre estes e os insetos.

[3] Gn, 1, 27,29.

[4] Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, São Paulo, 2012.

[5] 8.11.78.

A Pureza

Plinio Corrêa de Oliveira

Copyright: http://www.flickr.com/photos/obomcatolico/

"Tomem a vida de uma pessoa impura, que portanto proporciona a si mesmo os prazeres pecaminosos da impureza. Comparem esta vida com a de uma pessoa pura, que recusa inteiramente estes prazeres. Qual é a pessoa mais feliz?
É indiscutivelmente a pessoa pura. Por que a pessoa impura, tem dentro de si uma efervescência, uma agitação, uma inquietude, entrecortada por raros momentos de prazer, mas um prazer transbordante, tempestuoso, delirante. No total, esta é uma alma sobressaltada, agitada, inquieta, envergonhada.
Pelo contrário, uma pessoa que mantém a vida pura tem a tranquilidade dentro da própria alma, tem a consciência tranquila, e tudo nela, todas as emoções, todos os movimentos são mais serenos, são mais normais, são mais comuns. A pessoa assim vive muito melhor, vive num verdadeiro estado de saúde.
Tomo como exemplo a vida de um famoso libertino do século XVIII, que no fim de suas memórias diz: "Este é um relato de uma vida de prazeres. Foi uma vida de misérias. Foi uma vida de infelicidade contínua. A minha impureza foi a fonte da minha desgraça." É isto mesmo.

“Ó Maria concebida sem pecado, Virgem das Virgens e Mãe de Deus, Concedei-me um horror profundo ao pecado de que estou ameaçado e dotai a minha alma de uma força invencível para recusar integralmente qualquer tentação. Amém!"

domingo, 7 de outubro de 2012

Repostagem - Posso votar no PT? (uma questão moral)


1. Existe algum partido da Igreja Católica?
A Igreja, justamente por ser católica, isto é, universal, não pode estar confinada a um partido político. Ela “não se confunde de modo algum com a comunidade política”[2] e admite que os cidadãos tenham “opiniões legítimas, mas discordantes entre si, sobre a organização da realidade temporal”[3].

2. Então os fiéis católicos podem-se filiar a qualquer partido?
Não. Há partidos que abusam da pluralidade de opinião para defender atentados contra a lei moral, como o aborto e o casamento de pessoas do mesmo sexo. “Faz parte da missão da Igreja emitir juízo moral também sobre as realidades que dizem respeito à ordem política, quando o exijam os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas”[4].

3. O Partido dos Trabalhadores (PT) defende algum atentado contra a lei moral?
Sim. No 3º Congresso do PT, ocorrido entre agosto e setembro de 2007, foi aprovada a resolução “Por um Brasil de mulheres e homens livres e iguais”, que inclui a “defesa da autodeterminação das mulheres, da descriminalização do aborto e regulamentação do atendimento a todos os casos no serviço público”[5].

4. Todo político filiado ao PT é obrigado a acatar essa resolução?
Sim. Para ser candidato pelo PT é obrigatória a assinatura do Compromisso Partidário do Candidato ou Candidata Petista, que “indicará que o candidato ou candidata está previamente de acordo com as normas e resoluções do Partido, em relação tanto à campanha como ao exercício do mandato” (Estatuto do PT, art. 140, §1º[6]).

5. Que ocorre se o político contrariar uma resolução do Partido como essa, que apoia o aborto?
Em tal caso, ele “será passível de punição, que poderá ir da simples advertência até o desligamento do Partido com renúncia obrigatória ao mandato” (Estatuto do PT, art. 140, §2º). Em 17 de setembro de 2009, dois deputados foram punidos pelo Diretório Nacional. O motivo alegado é que eles “infringiram a ética-partidária ao ‘militarem’ contra resolução do 3º Congresso Nacional do PT a respeito da descriminalização do aborto”[7].

6. O PT agiu mal ao punir esses dois deputados?
Agiu mal, mas agiu coerentemente. Sendo um partido abortista, o PT é coerente ao não tolerar defensores da vida em seu meio. A mesma coerência devem ter os cristãos não votando no PT.

7. Mas eu conheço abortistas que pertencem a outros partidos, como o PSDB, o PMDB, o DEM...
Os políticos que pertencem a esses partidos podem ser abortistas por opção própria, mas não por obrigação partidária. Ao contrário, todo político filiado ao PT está comprometido com o aborto.

8. Talvez haja algum político que se tenha filiado ao PT sem prestar atenção ao compromisso pró-aborto que estava assinando...
Nesse caso, é dever do político pró-vida desfiliar-se do PT, após ter verificado o engano cometido.

9. Que falta comete um cristão que vota em um candidato de um partido abortista, como o PT?
Se o cristão vota no PT consciente de tudo quanto foi dito acima, comete pecado grave, porque coopera conscientemente com um pecado grave. O Catecismo da Igreja Católica ensina sobre a cooperação com o pecado de outra pessoa: “O pecado é um ato pessoal. Além disso, temos responsabilidade nos pecados cometidos por outros, quandoneles cooperamos: participando neles direta e voluntariamente; mandando, aconselhando, louvando ou aprovando esses pecados; não os revelando ou não os impedindo, quando a isso somos obrigados; protegendo os que fazem o mal”[8]. Ora, quem vota no PT, de fato aprova, ou seja, contribui com seu voto para que possa ser praticado o que constitui um pecado grave.

Em síntese:
Um cristão não pode apoiar com seu voto um candidato comprometido com o aborto:

– ou pela pertença a um partido que obriga o candidato a esse compromisso (é o caso do PT)

– ou por opção pessoal.

www.providaanapolis.org.br

Divulgue este documento. Instrua os eleitores cristãos.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis
Telefax: 55+62+3321-0900
Caixa Postal 456
75024-970 Anápolis GO
http://www.providaanapolis.org.br
"Coração Imaculado de Maria, livrai-nos da maldição do aborto"

[1] Extraído da edição n. 133 do boletim “Aborto. Faça alguma coisa pela vida”, do Pró-Vida de Anápolis, publicada em 12 de junho de 2010. Foram atualizadas as citações, de acordo com o novo Estatuto do PT, assim como os endereços da Internet.
[2] Concílio Vaticano II, Constituição Pastoral “Gaudium et Spes”, n. 76.
[3] Concílio Vaticano II, Constituição Pastoral “Gaudium et Spes”, n. 75.
[4] Catecismo da Igreja Católica, n. 2246, citando “Gaudium et Spes, n. 76.
[5] Resoluções do 3º Congresso do PT, p. 80. in:http://www.pt.org.br/arquivos/Resolucoesdo3oCongressoPT.pdf
[6] Estatuto do Partido dos Trabalhadores, Redação final aprovada pelo Diretório Nacional em 09/02/2012, in: http://www.pt.org.br/arquivos/ESTATUTO_PT_2012_-_VERSAO_FINAL.pdf
[7] DN suspende direitos partidários de Luiz Bassuma e Henrique Afonso, 17 set. 2009, in:http://pt.jusbrasil.com.br/politica/3686701/dn-suspende-direitos-partidarios-de-luiz-bassuma-e-henrique-afonso
[8] Catecismo da Igreja Católica, n. 1868.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Vídeo: 17 anos desde o falecimento do ilustre líder católico, Plinio Corrêa de Oliveira

O Prof. Plinio Corrêa de Oliveira faleceu no dia 3 de outubro de 1995. No dia 5, o esquife foi transladado da sede do Conselho Nacional da TFP (no bairro de Higienópolis, em São Paulo) para a Igreja de Nossa Senhora da Consolação, onde foi celebrada solene Missa de corpo presente. Levada aos ombros de membros mais antigos da TFP, a urna funerária atravessou a grande nave ao som de marcha fúnebre. A igreja estava totalmente tomada por pessoas provindas das mais distantes e diversas regiões do Brasil e do Exterior. Dispostos pelos altares laterais, mais de 40 grandes estandartes das diversas TFPs co-irmãs e autônomas acentuavam a solenidade do momento.

No ataúde, o corpo de Plinio Corrêa de Oliveira estava vestido com o hábito de gala da TFP, de lã marrom, tendo ao peito um escapulário marcado pela cruz de Santiago, dividida ao meio por um fio dourado: de um lado, a cor rubra do sangue, do outro, a branca da pureza. Sobre os ombros, uma capa magna de cor pérola. Aos pés, dobrado, um estandarte cujas cores esmaecidas testemunhavam os fortes sóis e muitos ventos enfrentados, ao tremular em inúmeras campanhas de uma caravana de jovens da TFP pelo Brasil afora (cfr. "Catolicismo", novembro-dezembro 1995).


                                       

  
                          
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