A ONU e os tais "direitos sexuais e reprodutivos para crianças até 10 anos!
A ONU (Organização das Nações Unidas), através da Comissão sobre população e desenvolvimento (interessada no controle populacional dos países periféricos) anunciou que poderá reconhecer os "direitos sexuais e reprodutivos" para crianças de até 10 anos!
Fora a aberração que isto constitui, uma das primeiras consequências seria a gravidez precoce, não mais na adolescência (que segundo o ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente - se inicia aos 12 anos), mas agora na infância! É isto mesmo, gravidez na infância!
É claro que, a "solução genial" para este problema seria o assassinato em massa de milhões de inocentes ainda no ventre materno - o aborto. Evidente, pois a criança não tem o mínimo de desenvolvimento ou estrutura necessária para o parto mas, pensam nisto ao tentar reconhecer os tais "direitos sexuais e reprodutivos das crianças"? Não!
Digamos que com isso, ao mesmo tempo que pervertem nossas crianças, conseguem facilitar a implantação do aborto, da pedofilia, e abrem caminho para todas as aberrações congêneres... Tudo com um único movimento... Ficaremos de braços cruzados?
Eis o pronunciamento do canal "A voz do Brasil pela Vida!"
ONU: "direitos sexuais" para crianças de 10 anos
ONU acelera a marcha rumo à plena legalização da pedofilia.
Até mesmo o secretário-geral Ban Ki-Moon concorda. Numa declaração recentemente dada ele disse: “Os jovens, tanto quanto todas as pessoas, têm o mesmo direito humano à saúde, inclusive saúde sexual e reprodutiva”.
Atualmente, o direito internacional não reconhece um “direito” à saúde sexual e reprodutiva e certamente não reconhece esse direito no caso de menores de idade. Mas no ano passado, Anand Grover, Inspetor Especial da ONU para Saúde, provocou polêmica significativa quando não só afirmou que existe um “direito” de saúde sexual e reprodutiva, mas tentou definir esse direito como incluindo acesso ao aborto, à contracepção e à educação sexual.
A associação desse direito com jovens, principalmente crianças, feita pelo secretário-geral e pela Comissão sobre População e Desenvolvimento (CPD) é mais polêmica considerando que se pôde definir o direito como incluindo acesso ao aborto e à contracepção.






