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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Um novo Aquiles, um novo Roland -

A Cavalaria não morre
Plinio Corrêa de Oliveira 

A antiguidade toda viveu do mito de Aquiles, uma figura imaginária. A Idade Média viveu em função da figura ideal do cavaleiro, que se personificava em Roland.

Agora, trata-se de explicitar o novo Roland. Isto é mais obra de arte do que erigir uma catedral.

O pulchrum de um ideal se reflete na alma de quem por ele luta. Em todos os momentos de sua vida, Santa Joana d'Arc irradiava luz. Mesmo no momento trágico em que as chamas da fogueira começaram a lamber o lenho onde estava amarrada, ela luzia mais do que as próprias chamas. O melhor símbolo das convicções de um homem é o próprio homem.

Audacioso até ao incrível, quando for a hora da audácia - prudente até ao inimaginável, quando for a hora da prudência, - bom até ao inexcogitável, quando for a hora do perdão, - severo até o espantoso, quando for a hora do castigo, - confiante a ponto de desarmar os outros de tão confiante, quando se trata de confiar nAquela que merece uma confiança inteira, e em relação à qual até Deus, cujo olhar sonda os rins e os corações dos homens, teve um comprazimento tão irrestrito que chegou ao ponto de nEla se encarnar para habitar entre nós, - esse deve ser o novo cavaleiro.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Cruzada pela Família, no Rio de Janeiro, conclama juventude a defender publicamente os 10 mandamentos


A Cruzada pela Família, uma caravana de jovens promovida pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, esteve no Rio de Janeiro, entre os dias 23 e 27 de julho, e divulgou o folheto que conclama a juventude a defender publicamente os dez mandamentos da Lei de Deus.


Cruzada pela Família em São João Del Rei


Jovens estão sacrificando suas férias escolares, neste mês de julho de 2013, para participar da caravana Cruzada Pela Família, promovida pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira. Eles estão passando por diversas cidades divulgando os livros em defesa da família do Pe. David Francisquini: “Catecismo contra o aborto” e “Homem e mulher, Deus os criou”.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Rememorando - Vídeo: Caravana Cruzada pela Família percorreu o sul do Brasil


A Cruzada pela Família, promovida pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, percorreu cidades do sul do Brasil, no último mês de janeiro, fazendo uma campanha ordeira e pacífica contra as leis de aborto e contra a agenda do movimento homossexual, como o kit homossexual nas escolas, a lei de homofobia, etc.






terça-feira, 23 de julho de 2013

Rememorando - Movimento homossexual agride fisicamente os jovens católicos

Daniel F. S. Martins | 23 de janeiro de 2013

A Cruzada pela Família, promovida pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, está percorrendo o Brasil fazendo uma campanha ordeira e pacífica contra as leis de aborto e contra a agenda do movimento homossexual, como o kit homossexual nas escolas, a lei de homofobia, etc.

Em Curitiba, 14/01/2013, o movimento homossexual, que se jacta de pregar a tolerância, mostrou mais uma vez sua verdadeira face: intolerante, violenta e ditatorial. Assista ao vídeo abaixo e veja até que ponto vai a “tolerância” e o “amor” que pregam. Depois de assistir, compartilhe com seus amigos, comente e faça sua parte para que o Brasil não caia nessa ditadura homossexual.

 

sábado, 20 de julho de 2013

Rememorando - Cruzada pela Família em Maringá – Movimento homossexual tenta atrapalhar mas não consegue – veja o vídeo

Paulo H. Américo - 07/01/2013


Sim, a Cruzada continua. E com todo vigor. Neste mês de janeiro, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira está novamente percorrendo o território nacional em defesa dos princípios perenes da civilização cristã.

Em Maringá, os jovens caravanistas continuaram a Cruzada pela Família, uma campanha que visa a alertar a opinião pública para os principais adversários da família nos dias de hoje: o aborto, a agenda do movimento homossexual e diversos outros pontos contidos no projeto de novo Código Penal.

Os voluntários do Instituto divulgaram na manhã do dia 7/1/2013 os livros “Catecismo contra o Aborto” e “Homem e mulher Deus os Criou”, ambos de autoria do Pe. David Francisquini, além de folhetos explicativos do novo Código Penal. Na parte da tarde, o movimento homossexual tentou atrapalhar a caravana, mas pura e simplesmente não conseguiu! O vídeo mostra bem…

A caravana deve continuar por todo este mês, e além dos livros mencionados acima, os jovens caravanistas difundirão o livro “Psicose Ambientalista”, do príncipe Dom Bertrand de Orléans e Bragança, que defende mais um princípio básico da civilização cristã: o direito de propriedade, gravemente ameaçado pelo movimento ambientalista.

A acolhida da população tem sido impressionante, o que mostra como o brasileiro na realidade é bem diferente do que mostra a mídia…

Pedimos a todos nossos participantes que rezem para que a caravana continue tendo todo o sucesso.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Continuação - Um nascimento ilegítimo de Nosso Senhor? Absurda e infundada afirmação!

É comum encontrarmos na Mishnah referências à Nosso Senhor terminadas com "Ben Pandira". Muitos estudiosos têm debatido longamente como Jesus veio a ter esta terminação ligada á Seu Nome. Alguns deles vêem no termo "filho de Pandira" uma alusão ao nascimento virginal de Cristo. Isto é devido ao fato de que "Pandira/Pandera/Pantera" parece ser uma brincadeira com a palavra grega para virgem, "parthenos" , que é o próprio termo usado nos Evangelhos de Mateus e Lucas ao se referir à nascimento virginal de Cristo. McDowell e Wilson descrevem:

"Strauss achava que era da palavra grega "pentheros" , que significa "filho-de-lei". Mas Klausner e Bruce adotam a posição que "panthera" é uma corrupção do grego "parthenos" que significa "virgem". Klausner diz: "Os judeus sempre ouviram falar que os cristãos (a maioria dos quais falava grego desde os primeiros tempos) chamavam Jesus de "Filho da Virgem"... E assim, em zombaria, eles passaram a chamá-lo "Ben ha-Pantera" , ou seja, "filho do leopardo".

A teoria mais sensacionalista, mas menos aceita por estudiosos sérios foi dramatizada pela descoberta de uma lápide do primeiro século em Bingerbrück, Alemanha. A inscrição dizia: "Tiberius Julius Abdes Pantera", um arqueiro, natural de Sidon, Fenícia, que em 9 a.C foi transferido para o serviço na Alemanha. Esta descoberta alimentou a teoria de que Jesus era o filho ilegítimo de Maria e o soldado Panthera. Mesmo Orígenes escreve que seu oponente, Celsus, em cerca de 178 d.C., disse que ouviu de um judeu que "Miriam" (Maria) ficou grávida de "Pantheras", um soldado romano, se divorciou de seu marido e deu à luz Jesus em segredo.

Se "Pantheras" era um nome único, a teoria da gravidez de Maria pelo soldado romano deveria ser mais atraente para os estudiosos, o que não acontece. Mas Adolf Deissman, o estudioso alemão do Novo Testamento, no início do século XX verificou, por inscrições do primeiro século "com absoluta certeza de que Panthera não era uma invenção dos escarnecedores judeus, mas um nome muito difundido entre os antigos." O rabino e professor Morris Goldstein comenta que era tão comum quanto, hoje nos Estados Unidos nomes como "Wolf" ou "Fox". Ele ainda comenta: "Vale ressaltar que o próprio Origin é creditado com a tradição que Pantera era o nome de James (Jacob), que era o pai de Joseph, o pai de Jesus. Diziam o mesmo André de Creta, João Damasceno, Epifânio o Monk, e o autor de "Andronicus do Diálogo de Constantinopla contra os judeus, o nome Panther como um antepassado de Jesus."

"Jesus sendo chamado pelo nome de seu avô é algo que concorda com uma declaração no Talmud que permite esta prática.Considerando que a tradição cristã identificou Jesus por sua "cidade natal", a tradição judaica, teve uma maior preocupação com a identificação genealógica, e parece ter preferido este método de identificação de Jesus. Goldstein apresenta mais evidências para discutir o caso de forma convincente. " (McDowell e Wilson, pp 66-67)

Assim, por que ou como Jesus veio a ser chamado "Yeshua Ben Pandira" é uma questão que os estudiosos não chegaram a um acordo. Mas já está fora de questão a teoria sensacionalista de "Filho ilegítimo de Maria com um soldado romano".

Em resumo, e para fixar ainda mais os pontos, esta expressão "Yeshua Ben Pandira", na opinião de muitos estudiosos é equivalente à expressão Cristã "Jesus de Nazaré". Pantera era o nome de James (Jacob), que era o pai de Joseph, o pai de Jesus. Afirma-se isto considerando que a tradição cristã identificou Jesus por sua "cidade natal", mas a tradição judaica, teve uma maior preocupação com a identificação genealógica, e parece ter preferido este método de identificação de Jesus ("Yeshua Ben Pandira"). Goldstein apresenta mais evidências para discutir o caso de forma convincente. " (McDowell e Wilson, pp 66-67)

sábado, 13 de julho de 2013

Rememorando - IPCO enfrenta pela 4ª vez a intolerância de agitadores favoráveis ao aborto e ao movimento homossexual

17 de julho de 2012

A caravana Cruzada Pela Família percorreu diversas cidades de Minas Gerais divulgando os livros do Pe. David Francisquini contra o aborto e a prática homossexual. Em Diamantina, no dia 17 último, os jovens enfrentaram uma pequena e intolerante oposição que recorreu à violência verbal, como insultos, palavrões e termos chulos, para tentar atrapalhar a campanha ordeira e pacífica promovida pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.


quinta-feira, 11 de julho de 2013

Rememorando - Saiba os detalhes da campanha pela família em Divinópolis, magote pró-homossexualismo tumultua Cruzada pela Família

18 de janeiro de 2012
Guilherme Martins

Relatório da Campanha realizada em Divinópolis – MG

A Caravana “Cruzada pela Família”, composta de 32 voluntários do Instituto Plínio Corrêa de Oliveira, passou, na tarde do dia 18 de janeiro de 2012, pela cidade de Divinópolis – MG. Antes de começar o trabalho de divulgação de dois livros de autoria do Pe. David Francisquini, “Homem e mulher, Deus os criou”, e “Catecismo contra o aborto”, o coordenador da Caravana, Daniel Martins, acompanhado de outro voluntário, como é de costume dirigiu-se à Delegacia de Polícia do lugar, para informar da presença da Caravana e da campanha pública que pretendiam realizar. Campanha idêntica às já feitas desde o dia 4 deste mês em Brasília, Goiânia, Anápolis e outras 8 cidades, contando sempre com a simpática acolhida da população dessas cidades.

Dado o grande número de pessoas aguardando atendimento na Delegacia, os dois não puderam ser recebidos pessoalmente pelo Delegado, mas deixaram com um secretário exemplares dos dois livros e os impressos que seriam difundidos, pedindo que fossem entregues ao Delegado Dr. Fernando.

Os caravanistas dirigiram-se a um cruzamento movimentado, confluência das ruas Minas Gerais e 1º de Junho. Distribuíram-se pelas quatro esquinas. Uma imagem de Nossa Senhora de Fátima, com sua base e dossel, ficou exposta numa das esquinas. Na esquina da frente, foi colocado um “banner” com os dizeres “Cruzada pela Família – contra o aborto e a ditadura homossexual – ipco.org.br – Peçamos à Santíssima Virgem que proteja o futuro moral de nossos filhos”, ladeado por dois trompetistas e um proclamador de slogans. Ao longo da calçada da rua 1º de julho, foram desfraldados 3 estandartes do Instituto, a gaita de foles e a caixa musical, além de um segundo proclamador.

A campanha iniciou-se às 15:40 e se desenrolou normalmente até por volta de 18:00, com grande receptividade do público, quando então começou uma movimentação suspeita por parte de alguns indivíduos. O coordenador da campanha tomou as precauções devidas, deslocando a imagem para outra esquina mais apropriada e reunindo a maioria dos cooperadores junto a ela. Telefonou também para a polícia, insistindo na atividade pacífica da Caravana e a possibilidade de confronto próximo não desejado.

Logo se formou um magote de desordeiros, organizado com o claro intuito de causar distúrbios e atrapalhar o andamento normal da campanha. Procuraram em vão “entrevistar” vários dos cooperadores, os quais dirigiam-nos para o coordenador, conforme é de praxe. Este negou o contato, dado o tom claramente provocativo dos pedidos de “entrevista”. Até esse momento, os agitadores circulavam entre os vários pontos da campanha.

Passaram então a um nível mais agressivo. Dois integrantes do magote, aparentemente os mentores de toda a confusão, postaram-se diante da imagem e ali se abraçaram e trocaram gracejos, com o fito de proclamar a “liberdade” dos homossexuais. Os caravanistas a isso responderam apenas com slogans: “Provocadores! Respeitem a Imagem! Quem provoca reconhece que não tem argumento! O homossexualismo é contra o mandamento”. Voltaram os ativistas à carga, desta vez um rapaz e uma moça, e no mesmo local trocaram carícias claramente provocativas. O coordenador da campanha resolveu então reunir todos os cooperadores para circundar a Imagem de Nossa Senhora de Fátima, visto perceber que a intenção dos agitadores era atentar contra esta, que ocupava verdadeiramente o centro da campanha – a atenção dos transeuntes estava todo o tempo voltada para ela.

Nesse momento, os campos tornaram-se mais bem definidos. De um lado da rua 1º de Julho, mais precisamente de frente para a loja “Seabra Confecções”, os caravanistas presididos pela Imagem. (Cabe notar aqui que tinha sido dada a instrução clara a todos os caravanistas de que não usassem força física, a não ser para defender-se ou para proteger a Imagem, objeto de piedade e de arte ali presente. Todos os demais circunstantes, populares e funcionários das lojas ao redor, foram comunicados de nossas intenções. Também o foram dois policiais que passaram por ali certo tempo antes do episódio a seguir relatado). Do outro lado, o magote de agitadores. Estes inventaram então um “factóide”: pintaram as faces e mãos com uma tinta azul trazida por um integrante do grupo. Ficaram por um tempo confabulando, até que resolveram cruzar a rua com a clara intenção de investir contra a Imagem de Nossa Senhora e os caravanistas. Importa notar que um dos caravanistas ouviu um dos agitadores dizer que jogariam tinta na Imagem.

Deu-se então o auge do conflito: 6 dos ativistas tentaram furar a barreira humana formada pelos caravanistas. Todas as atitudes dos agitadores até agora relatadas justificavam à saciedade a medida para proteger a Imagem. Os agressores forçaram a passagem por duas vezes mas perceberam que não teriam sucesso. Deslocaram-se então para local um pouco afastado, para confabularem mais à vontade. Aproveitaram também para tentar desinformar as viaturas policiais, que chegaram.

Após esse incidente, os cooperadores começaram a recitar o Terço do Rosário, entremeado de slogans e cânticos como o Hino a Nossa Senhora Aparecida e “Queremos Deus”. Os agitadores tentaram atrapalhar, com xingamentos, palavrões, gestos obscenos. Um dos personagens que se ajuntou nesse momento aos agitadores a todo momento berrava ofensas.

Alguns repórteres da TV Alterosa, sucursal da Rede SBT, os quais já na parte inicial da campanha tinham colhido imagens, voltaram ao local, e passaram a colher depoimentos de ambos os grupos. Repórteres de outro canal de televisão, sucursal da Rede Globo, chegaram ao final da campanha e também colheram depoimentos.

O desfecho da campanha foi tendo lugar aos poucos: desmontagem dos estandartes, retirada dos símbolos do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira e dos instrumentos musicais. O banner já não estava mais presente: tinha sido guardado antes da reunião de todos os cooperadores junto à Imagem, no intuito de diminuir o acirramento. Por volta das 19:20 horas, após quase quatro horas de campanha, e mais de uma hora de confronto declarado, tendo os caravanistas se mantido firme e pacificamente face às provocações, a Imagem foi retirada, sob o cântico da “Salve Regina”. A desmontagem final foi realizada e cada caravanista se dirigiu para seu respectivo veículo, sem maiores incidentes, sob a vigilância remota de policiais. Uns vinte minutos ainda decorreram até a partida, tempo em que foi finalizado o contato com os policias encarregados de registrar o ocorrido e dadas as últimas entrevistas.

Interessante notar as reações do público que foi se acercando durante o confronto. À parte de poucosque se solidarizavam abertamente com o magote agressor (supostamente amigos e simpatizantes convocados para o local), a enorme maioria do público manifestava total simpatia pelos caravanistas. Alguns rezavam o terço, ou benziam-se ao ver a Imagem. Outros declararam abertamente, ao final, estar do lado dos caravanistas. Mesmo pessoas não católicas, tendo presenciado a recitação do Terço, fizeram questão de manifestar seu apoio. Um transeunte que observava de longe a movimentação, mostrou-se indignado com a situação moral da sociedade, com a manifestação dos agressores e concluiu afirmando claro apoio à Caravana.

Tendo ocupado seus lugares nos respectivos veículos, os caravanistas deixaram a cidade contentes de que a imagem de Nossa Senhora não tivesse sido desrespeitada, e muito satisfeitos também com a boa recepção do público de Divinópolis.

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