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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Vídeo: 17 anos desde o falecimento do ilustre líder católico, Plinio Corrêa de Oliveira

O Prof. Plinio Corrêa de Oliveira faleceu no dia 3 de outubro de 1995. No dia 5, o esquife foi transladado da sede do Conselho Nacional da TFP (no bairro de Higienópolis, em São Paulo) para a Igreja de Nossa Senhora da Consolação, onde foi celebrada solene Missa de corpo presente. Levada aos ombros de membros mais antigos da TFP, a urna funerária atravessou a grande nave ao som de marcha fúnebre. A igreja estava totalmente tomada por pessoas provindas das mais distantes e diversas regiões do Brasil e do Exterior. Dispostos pelos altares laterais, mais de 40 grandes estandartes das diversas TFPs co-irmãs e autônomas acentuavam a solenidade do momento.

No ataúde, o corpo de Plinio Corrêa de Oliveira estava vestido com o hábito de gala da TFP, de lã marrom, tendo ao peito um escapulário marcado pela cruz de Santiago, dividida ao meio por um fio dourado: de um lado, a cor rubra do sangue, do outro, a branca da pureza. Sobre os ombros, uma capa magna de cor pérola. Aos pés, dobrado, um estandarte cujas cores esmaecidas testemunhavam os fortes sóis e muitos ventos enfrentados, ao tremular em inúmeras campanhas de uma caravana de jovens da TFP pelo Brasil afora (cfr. "Catolicismo", novembro-dezembro 1995).


                                       

  
                          

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Infiltradas no Judiciário, FARC estão vencendo a guerra

Agência Boa Imprensa (ABIM)

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia(FARC) estão ganhando a guerra contra o Exército colombiano, porque se infiltraram no Judiciário e na política. A denúncia é do ex-ministro de Defesa, Fernando Londoño Hoyos[foto], vítima ele próprio de um recente atentado terrorista no centro de Bogotá.

“Os terroristas têm a iniciativa e nossas forças estão escondidas em trincheiras. É preciso derrotar o inimigo e, para derrotá-lo, é preciso atacá-lo”, escreveu. “As Forças Militares, e, sobretudo, o Exército, estão confundidas, atônitas, paralisadas pela guerra jurídica declarada contra elas. Se continuarem sem fazer nada, perdem a guerra. Mas se combaterem, seus homens são postos no cárcere”. As palavras do ex-ministro colombiano se aplicam, mutatis mutandis, a países afetados por ofensivas análogas das esquerdas.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Senso cristão, familiar e patriótico impede mortes com arma de fogo na Suíça

Luis Dufaur

Este soldado suíço deve guardar bem
todo este equipamento… em casa!
A posse de armas, inclusive para uso militar, está generalizada na Suíça, porém os crimes com arma de fogo são tão poucos que nem sequer há estatísticas sobre eles, noticiou a BBC.

O país tem seis milhões de habitantes e há pelo menos dois milhões de armas de fogo privadas, entre as quais se incluem por volta de 600.000 fuzis automáticos e 500.000 pistolas.

A Suíça possui um sistema de defesa nacional único no mundo, que ela desenvolveu ao longo dos séculos numa autêntica tradição.

O país exige que cada homem pertença a uma milícia regional e receba treinamento durante alguns dias ou semanas durante quase toda sua vida.

Entre 21 e 32 anos, os homens servem na tropa regular e recebem um fuzil de assalto M-57 e 24 pentes de munição, que devem conservar em casa. Posteriormente passam a fazer parte das milícias regionais que também exigem certo treino, além da posse e manutenção das armas em casa.

Além das armas fornecidas pelo governo, quase não há restrição à sua compra e venda, embora alguns cantões limitem seu porte em certos casos.
Fuzil de assalto Sturmgewehr 90 é propriedade pessoal
do soldado suíço
 
O governo vende ao público o excesso de armas, sobretudo quando o exército adota novos modelos. Os prédios públicos têm escassa vigilância policial.

Mas, a despeito da propriedade e disponibilidade massiva de armas de fogo, o crime praticado com elas é extremamente raro.

Mark Eisenecker, sociólogo da Universidade de Zurique, explica que as armas de fogo estão “ancoradas” na sociedade suíça a ponto de o controle delas nem ser um problema ou uma questão pública.

A realidade suíça prova que a posse de armas de fogo não é a causa dos crimes cometidos com elas, da mesma maneira como a posse de uma faca de cozinha não é a causa de algum crime de sangue praticado com ela.
Pistola semi-automatica SIG220: tambem é propriedade
de cada soldado, mas não há crimes com ela

Para diversos comentaristas, a explicação do caso suíço radica em que na Suíça não há os problemas sociais relacionados com os crimes com armas de fogo em outros países.

Não há o consumo de drogas ou a depravação urbana existente em outros países, inclusive ricos e industrializados.

Um senso de responsabilidade coletiva dispensa a necessidade de leis sobre as armas. Acresce que a Suíça também preservou grande unidade de índole familiar, social e histórico-cultural.

Desde a mais tenra idade os jovens suíços, homens e mulheres, são educados na ideia de que as armas só foram feitas para defender o próprio país.

Essas explicações naturais adquiriram toda sua relevância atual após séculos de influência da Civilização Cristã, que modelou profundamente a alma nacional do povo helvético.

O dia em que essa influência cessar sob os golpes do laicismo rompante, a Suíça passará a sofrer os males provenientes do crime e do estatismo invasor que afligem os países descristianizados.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Repostagem - Um ataque da "tolerância"

Family Research Council (FRC) é uma organização norte-americana conservadora que defende os valores da família tradicional fazendo lobby contra medidas a favor do aborto, divórcio, direitos LGBT, investigação de células-tronco embrionárias e pornografia.

Segundo relata ACI, no dia 15 de agosto último, Floyd Lee Corkins II, ativista homossexual de 28 anos, membro voluntário no Centro da Comunidade LGTB (lésbicas, gays, transexuais e bissexuais) de Washington D.C. invadiu a sede doFamily Research Council (FRC), disparou e feriu o guarda de segurança Leo Johnson, mas foi derrubado pela polícia e detido.

As autoridades qualificaram o ataque como “um ato de terrorismo local”.

O Family Reasearch Council (FRC) é considerado pelo lobby homossexual dos EUA como um “grupo de ódio” porque defendeu abertamente o presidente da rede de fast-food Chick-fil-A, Dan Cathy, ao afirmar que o matrimônio autêntico só pode ser entre um homem e uma mulher.

No momento em que o desarmaram, Corkins disse: “não me disparem, não se trata de vocês, trata-se do que significa este lugar”.

Também nos EUA a intolerância de certos homossexuais é patente e o da grande mídia não é menor. Imaginem se o atentado tivesse sido protagonizado por um opositor à política da agenda homossexual em alguma sede LGBT. Imediatamente o fato teria sido explorado e ocupado espaço em todas as mídias do mundo inteiro.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Um pouco de Escatologia...

As quatro etapas da existência 

A nossa vida nesta terra é apenas um germinar para a vida verdadeira, que é a Vida Eterna junto de Deus a qual todos nós fomos chamados pelo Criador quando ele nos formou no ventre materno. Por isso a nossa existência tem quatro etapas bem distintas uma da outra e cada uma delas é sempre melhor do que a anterior.

I – Gestação

A primeira delas é a gestação, quando somos concebidos e porque recebemos de Deus a alma para que o corpo se desenvolva no ventre materno. A criança no ventre materno está aquecida, alimentada, ou seja bem confortável. Se alguém lhe dissesse que existe uma vida depois dali ela certamente não acreditaria e nem gostaria de sair dali. Mas viver é preciso e chega a hora do nascimento.

A criança nasce chorando porque houve uma passagem daquele estágio da vida para o seguinte. Ela deixa o conforto do útero para o da nova vida que a espera, se dependesse dela continuaria onde estava. Mas agora ela veio ao mundo, á sua nova vida e ao segundo estágio da existência. Apesar do choque, é melhor que o anterior: vai ver as coisas, as cores, vai crescer, ter amigos, etc. O novo estágio da existência é infinitamente melhor que o anterior.

II – Vida terrena

Mas este segundo estágio, esta segunda etapa da nossa existência é apenas uma preparação para a vida definitiva. Aqui nós fazemos por merecer a vida definitiva (ou a Vida Eterna junto de Deus). Por isso dizemos que esta nossa existência na terra é um germinar para a vida futura.

Então vivemos, fazemos amigos, temos família, aprendemos muito, sofremos, etc. e tudo faz parte desta fase da vida.
Mas chega o momento de partirmos para a outra fase da nossa existência e para isso temos de nos separar dos nossos entes queridos. 
É o momento da separação que erradamente chamamos de morte. Morte é para uma coisa que não volta mais, que se acabou definitivamente. E não é isso que acontece conosco. O que acontece é apenas uma separação de alma e corpo. Fica para trás o corpo que vai ser sepultado, mas a alma, continua existindo na realidade seguinte, para mais a frente, se unir novamente, só que agora eternamente, com o corpo. Ou seja, a morte é apenas uma passagem a outro estágio da existência, assim como foi o nascimento.

Depois da separação do corpo, a vida continua e a pessoa do outro lado continua nos vendo e estando a par de tudo o que acontece nesta terra. Claro que ninguém voltou para dizer isso, mas o sabemos pela Sagrada Escritura que nos revelou em pelo menos quatro passagens.

Assim, podemos chorar pelos nossos entes queridos falecidos, pela saudade que ele nos deixou, mas não no desespero de que não o veremos mais. Os justos, quando partem, nos deixam a certeza de que um dia os encontraremos no Céu.

Assim, quem nos deixou continua existindo do lado de lá e nos vê, nos escuta e agora de um modo mais pleno ainda, pois quando vivia aqui na terra só podia nos ver quando estávamos por perto, mas agora, emancipado desta vida e livre dos grilhões da matéria, pode nos ver em todos os lugares e em todos os momentos de uma forma melhor do que a que tinha aqui na terra.

Citações:

* A vida terrena se diferencia, e profundamente, da vida eterna. Mas estas duas vidas não constituem dois planos absolutamente isolados um do outro. Há nos desígnios da Providência uma relação íntima entre a vida terrena e a vida eterna. A vida terrena é o caminho, a vida eterna é o fim. O Reino de Cristo não é deste mundo, mas é neste mundo que está o caminho pelo qual chegaremos até ele.

* Assim como a Escola Militar é o caminho para a carreira das armas, ou o noviciado é o caminho para o definitivo ingresso numa Ordem Religiosa, assim a terra é o caminho para o Céu.

Temos uma alma imortal, criada à imagem e semelhança de Deus. Esta alma é criada com um tesouro de aptidões naturais para o bem, enriquecidas pelo batismo com o dom inestimável da vida sobrenatural da graça. Cumpre-nos, durante a vida, desenvolver até a sua plenitude estas aptidões para o bem.

* Mas a vida terrena é mais do que o caminho da eterna bem-aventurança. O que faremos no Céu? Contemplaremos Deus face a face, à luz da glória, que é a perfeição da graça, e O amaremos inteiramente e sem fim. Ora, o homem já goza da vida sobrenatural nesta terra, pelo Batismo. A Fé é uma semente da visão beatífica. O amor de Deus, que ele pratica crescendo na virtude e evitando o mal, já é o próprio amor sobrenatural com que ele adorará a Deus no Céu.

O Reino de Deus se realiza na sua plenitude no outro mundo. Mas para todos nós ele começa a se realizar em estado germinativo já neste mundo. Tal como em um noviciado, já se pratica a vida religiosa, embora em estado preparatório; e em uma escola militar um jovem se prepara para o Exército... vivendo a própria vida militar.

E a Santa Igreja Católica já é neste mundo uma imagem, e mais do que isto, uma verdadeira antecipação do Céu.

Por isto, tudo quanto os Santos Evangelhos nos dizem do Reino dos Céus pode com toda a propriedade e exatidão ser aplicado à Igreja Católica, à Fé que ela nos ensina a cada uma das virtudes que ela nos inculca.


III – Purgatório

Quem parte desta vida pode levar resquícios de pecado que só Deus sabe. Por isso a pessoa entra no terceiro estágio da existência que é o Purgatório. Um estágio superior, mas onde a expiação é imensamente pior. A doutrina da Igreja a respeito do Purgatório é muito diferente da que estamos acostumados a ouvir. O Purgatório é terrível. Não é uma espécie de piedosa tapeação que Deus colocou na estrada do Céu, que queima um pouco, por alto, mas de que se sai relativamente ileso, como se ele fosse apenas um pouco mais quente do que o banho normal.

Em nossos dias, chega-se a dizer que o Purgatório é algo meio simbólico, um lugar onde a alma fica, vagamente aborrecida por não poder entrar no Céu, como quem espera sua vez numa fila de ônibus. Às vezes passam alguns anos na espera da condução, mas as queimaduras não são maiores do que as produzidas pelo sol.

Não é essa a doutrina católica. Sabemos que o Purgatório queima. O seu sofrimento é de fato terrível. Mas Deus Nosso Senhor, em Sua bondade, em geral diminui os sofrimentos neste

Lá as almas ainda não vêem Deus, pois se purificam, mas sabem que vão para o céu e sentem a sua presença. Isso já é para elas uma felicidade tão imensa que em nenhum momento desta terra possuíram. E de lá nos vêem e nos contemplam.

Precisam aind,a das nossas orações das nossas missas que as ajudarão a irem logo para a presença de Deus. Por isso é que a Igreja sempre reza pelos fiéis falecidos, para que os ajudemos a alcançarem logo sua felicidade definitiva junto de Deus.

O Purgatório é, dessa forma, o terceiro estágio da nossa existência. O grau de felicidade das almas lá é tão grande por sentirem a presença divina no meio delas, que faz com que este estágio seja infinitamente superior ao da vida terrena, pois lá já não há mais possibilidade de pecado, e todos estão livres das vicissitudes que marcam a nossa vida aqui na terra.

IV – Vida Eterna


O quarto e último estágio é a posse definitiva da Vida Eterna junto de Deus, os santos e Nossa Senhora no céu depois da purificação. Esse estágio definitivo não tem comparação com os anteriores: É a suma felicidade para todo o sempre junto de Deus. Imagine ver a Deus diretamente e com ele todos os santos, Nossa Senhora e ainda por cima todos os parentes e amigos numa festa que não vai acabar nunca. Isso não tem palavras para descrever.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Falta de respeito: Estudantes da Unesp atacam trineto de Dom Pedro durante palestra

Eis a liberdade da “elite pensante” republicana e democrática.

O trineto do imperador Dom Pedro II foi praticamente atacado por estudantes da Unesp em Franca.

Dom Bertrand de Orleans e Bragança esteve em Franca na noite de terça-feira (28), e pretendia realizar uma palestra na universidade, mas o evento foi marcado por manifestações de estudantes.

A palestra falaria sobre a importância da monarquia no país, mas assim que chegou a sala, o palestrante foi chamado de nazista e acusado por vários estudantes de ferir a dignidade humana.

Muitos universitários acabaram xingando o trineto de Dom Pedro e fizeram gestos obscenos em direção ao palestrante.

Diante da situação, a palestra teve que ser transferida para a faculdade de direito, onde Dom Bertrand foi recebido de uma forma mais educada.

Em relação aos universitários da Unesp, o descendente do Imperador afirmou que foi uma estupidez.

Episódios de falta de educação na Unesp de Franca não são novidades, tempos atrás, estudantes em protesto defecaram na frente do reitor da universidade durante a realização de um evento no antigo campus na centro de Franca.


Franca Notícias.com

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Repostagem - Sobre a reforma do Código Penal

Com o intuito de fornecer subsídios doutrinários para bem julgar a reforma do Código Penal brasileiro, ora em curso tramitando no Senado, transcrevemos a opinião de Paulo Vasconcelos Jacobina, Procurador Regional da República divulgada pela agência de notícias Zenit que consideramos pertinente.

Apenas não concordamos na parte em que ele opina que “a intenção iluminista” “de estender aos cidadãos a dignidade antes reservadas aos reis e Nobres aristocratas” fosse “justíssima”. Pois a intenção verdadeira e profunda do Iluminismo era a propagação da igualdade injusta e contra a ordem estabelecida por Deus de uma desigualdade proporcionada e harmônica entre as classes sociais.

Certamente nossos leitores julgarão muito proveitosa sua leitura.

__________________________

Um projeto de Código Penal para escravos

Por Paulo Vasconcelos Jacobina, Procurador Regional da República

BRASILIA, terça-feira, 21 de agosto de 2012 (ZENIT.org) – A doutrina mais moderna, no âmbito da ciência do direito penal, considera que uma importante característica do direito penal, nas sociedades contemporâneas, é o chamado “caráter subsidiário do direito penal”; é certo que esta doutrina ainda é bastante debatida, e está longe de ser cristalizada, mas certamente consubstancia uma discussão científica fundamental no âmbito jurídico do penalismo contemporâneo. Ela ensina sobre a relação entre a lei penal e os valores de uma sociedade. Ou seja, o direito penal só deve transformar em crime as condutas que ofendam os valores mais essenciais, mais elevados, de uma sociedade, deixando a outras instâncias a proteção de valores menos importantes.

Diz um Manual de Direito Penal em uso corrente em nossas universidades: “É que o direito penal seleciona e tipifica condutas atendendo à relevância do bem jurídico, e segundo a intensidade da lesão de que se trate, outorgando-lhes uma proteção relativa. Portanto, não se protegem todos os bens jurídicos, mas só os mais importantes, nem sequer os protege em face de qualquer classe de atentados, mas tão só em face dos ataques mais intoleráveis.” (Queiroz, Paulo. Direito Penal, parte geral. 4ª Edição revista e ampliada. Rio de Janeiro, Lumen Juris, 2008. Pág. 33, grifo nosso).

Não seria injusto dizer, portanto, que, no âmbito da ciência penal jurídica, para descobrir quais são os valores mais importantes de uma determinada sociedade num determinado momento histórico, bem como quais são as condutas contra tais valores que tal sociedade considera intoleráveis, devemos simplesmente examinar o direito penal desta mesma sociedade.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Aberrações morais que vão se tornando cada vez mais frequentes...

Juiz questiona pedido de divórcio do 'homem grávido' nos EUA


Thomas Beatie, o transsexual conhecido como "homem grávido", anunciou a separação da mulher em abril deste ano, mas um juiz questiona agora se o casamento foi legal desde o começo, relata o "TMZ".Quando se casaram, em 2003, Thomas e Nancy se apresentaram como heterossexuais porque ele nasceu mulher, mas trocou de sexo antes do matrimônio. Eles tiveram três filhos.



O juiz, do estado do Arizona, acredita que, como Thomas e sua mulher têm órgãos genitais femininos, o casamento é homossexual, o que é proibido no estado. Assim, o juiz interpreta que o matrimônio não pode ser encerrado porque nunca foi legal.

'Homem grávido'

Thomas mudou de sexo aos 24 anos e é legalmente homem, mas mantém os órgãos sexuais femininos. Quando era mulher, se chamava Tracy Lagondino. Ele ficou conhecido como "homem grávido" em 2003, quando ficou "grávido" e se "casou".

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

O Extermínio dos Ucranianos pelos comunistas

O Extermínio dos Ucranianos pelos comunistas no inverno de 1932-1933. Sete milhões foram mortos pela fome. A humanidade nunca tinha visto um programa de extermínio tão eficiente como o realizado pelos comunistas.

                          
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