O responsável pelo ecumenismo no Vaticano "chutou o balde". Em 2017, comemora-se os 500 anos da Reforma Protestante. Comemora-se? Segundo o Cardeal Kurt Koch, Prefeito do Pontifício Conselho para a Unidade dos Cristãos, "não podemos comemorar um pecado".
Em um ambiente embebido no politicamente correto das últimas décadas, surpreende ouvir um Cardeal -- ainda mais o responsável pelo ecumenismo -- falando assim, sem papas na língua. Ele sabe disso, e reconhece o risco de ser considerado "anti-ecumênico". Mas vai adiante: "Os acontecimentos que dividem a Igreja não podem ser considerados como um dia de festa".
Koch afirmou ainda que desejava assistir, em memória do acontecimento, uma reunião das confissões reformadas seguindo o exemplo dado por João Paulo II, em 2000, isto é, pedindo desculpas e reconhecendo seus erros, condenando, ao mesmo tempo, as divisões na Cristandade.
A resposta não tardou. A comissionada do Conselho da Igreja Evangélica da Alemanha para o Jubileu de 2017 não quis diálogo nenhum. Esbravejou: "A Reforma Protestante não é nosso pecado, mas uma reforma da Igreja urgente e necessária do ponto de vista bíblico, na qual defendemos a liberdade evangélica; não temos que nos confessar culpáveis de nada".
Bem, a resposta da filha de Lutero demonstra o que qualquer Católico já sabe. No "caminho ecumênico" só há uma culpada, a Santa Igreja Católica, e só a Ela são feitas exigências.
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sexta-feira, 22 de junho de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Transcrição sobre aula de História da Igreja - Pe. Paulo Ricardo
Martírio
Relato sobre o Martírio de São Policarpo de Esmirna
[...] “Foram ao encontro do irenarca Herodes e seu pai, Nicetas. Fizeram-no subir em seu carro, sentaram-no a seu lado e trataram de persuadi-lo dizendo: "Mas que há de mal em dizer: César é o Senhor! Oferecer sacríficios, e fazer tudo mais para salvar-se?"
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Olha só, o que eles queriam que Policarpo fizesse? Queriam que fizesse um “despacho”, entendeu? Um Sacrifício pagão, um despacho.
“Olha, você faz o seguinte: Faz esse despacho aqui, diz que César é senhor, e sua vida está salva!”
Para salvar-se Policarpo poderia fazer o despacho, e depois pedir perdão ao Deus Misericordioso (caindo no Relativismo).
Minha gente, por causa disto Cristãos morriam. E hoje, Padres e Freiras se abraçam com “pais de santo”, em terreiros e em Igrejas, participando de sacrifícios pagãos, porque somos “ecumenicos”.
Ora, me diga o que é isto! Isto, minha gente, é rir do sangue dos Mártires! Isto, que esse povo maluco, de igreja progressista, está fazendo, é rir do sangue dos Mártires! O Papa não aprova isto. Os Bispos que são unidos ao Papa, não aprovam isto, e graças a Deus são a maioria dos Bispos do mundo. E no entanto, gente na Igreja do Brasil, com essa bobagem de macro-ecumenismo se pintam de Pajé, se vestem de “mãe de santo”.
No encontro Inter-Eclesial das comunidades eclesiais de base, com muita frequência “pais de santo” vão lá na frente para abençoar! Chegou-se ao absurdo!
Fonte: Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Jr. /
Áudio-aula sobre a história da Igreja /
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