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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

O Extermínio dos Ucranianos pelos comunistas

O Extermínio dos Ucranianos pelos comunistas no inverno de 1932-1933. Sete milhões foram mortos pela fome. A humanidade nunca tinha visto um programa de extermínio tão eficiente como o realizado pelos comunistas.

                          

O célere caminhar do nudismo

Tudo começou com noticias de que mulheres feministas, reunidas num grupo chamado Femen, realizavam na Ucrânia manifestações de protesto, sempre em topless e às vezes quase totalmente desnudas


O fato em si não seria de molde a despertar grande interesse, pois, ao longo da História, sempre houve mulheres marginais (como também homens), que ligam pouco para as regras da moral e da decência. Tanto mais que a Ucrânia tem uma das maiores taxas de prostituição da Europa. O que chamava muito a atenção, isto sim, era o fato de a mídia mundial conceder grande espaço, inclusive com fotos, para tais manifestações. Ficava a desconfiança de que algo de maior alcance estava em gestação.

As desconfianças aumentaram quando o mesmo grupo ucraniano apareceu fazendo protestos contra o turismo sexual, a exploração de gás e diversos outros temas em Varsóvia (Polônia), Hamburgo (Alemanha), Paris (França), Istambul (Turquia), Zurique (Suíça), Minsk (Bielorrússia), etc. Quem terá financiado essas viagens internacionais e as respectivas estadias? Esse exercício de globetrotters fica caro. E não consta que essas mulheres exibicionistas sejam milionárias. A quem interessa financiá-las? Curiosamente, a mídia, sempre afoita em descobrir fontes duvidosas de recursos, silenciou sobre esse ponto, ao mesmo tempo que noticiava largamente tais “protestos” pelo mundo afora.

Faltava envolver o Brasil nessa mascarada. Mas já não falta mais. Vem sendo propagandeada uma “ativista” brasileira desse grupo, que participou de “protestos” na Ucrânia. Segundo ela, o tal Femen “já tem 12 mulheres de capitais do Brasil interessadas em realizar protestos na Copa do Mundo de 2014 [...] A ativista também assegura que as próprias líderes do Femen, em 2014, devem viajar ao Brasil para participar de protestos [...] A brasileira ficará responsável por organizar e liderar projetos das ativistas na América Latina”. (“Portal Terra”, 1-7-12). E prossegue: “As líderes do Femen viajam até Londres para também realizar protestos durante os Jogos Olímpicos”.

Qual a vantagem que advém, para as causas defendidas por essas ativistas, do fato de elas aparecerem em topless? Aparentemente nenhuma. Então por que esse exibicionismo? Ao que tudo indica, sob pretexto de “protestos” de diversos tipos, o que está em curso é uma ofensiva calculada para expandir o nudismo e torná-lo uma coisa “normal”.

Porém, o mais grave é que não se trata de manifestações isoladas, numa sociedade moralizada. Não é um demônio aparecendo entre anjos, como no episódio narrado no Livro de Jó: “Um dia em que os anjos se apresentaram diante do Senhor, veio também Satanás entre eles” (Jó, 1,6).

Não. Tal ofensiva de topless é a ponta de lança num caminhar para o nudismo, dentro do contexto da moda atual, favorecedora de todo tipo de micro-roupas, em que o pudor e frequentemente a própria decência são totalmente ignorados.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Foto - "As Duas Coroas"



"The Two Crowns", ("As Duas Coroas") - Sir Frank Dicksee

As duas coroas do título são a coroa de ouro de um rei e a coroa de espinhos usada por Cristo na cruz. Dicksee inventou esta cena altamente moral em que um rei medieval, montado em uma procissão triunfal, é surpreendido pela visão de um crucifixo (ou talvez tem uma visão de Cristo) e se lembra de a transitoriedade do poder terreno e sucesso. Na verdade, a cavalaria, cavaleiro cristão tinha sido um modelo para o cavalheiro moderno para a maior parte do século XIX.

Apostolado Tradição em Foco, com Roma

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Vídeo: A verdadeira face do movimento homossexual e abortista

O vídeo é feito de trechos de três outros vídeos que mostram a verdadeira face do movimento homossexual e feminista/abortista: Intolerância e ódio; Perseguição religiosa e cristianofobia.

As imagens são de campanhas públicas, em defesa da família, contra o aborto e o homossexualismo, realizadas nos Estados Unidos (pela Sociedade Americana de Defesa da Tradição, Família, Propriedade - TFP) e no Brasil (pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira - IPCO)



Vídeos na íntegra:

Attacked By "Tolerance"
http://www.youtube.com/watch?v=RTgpKoeekTU

Magote Pró-homossexualismo tumultua campanha em Divinópolis - MG
http://www.youtube.com/watch?v=5uO8rlRMYkU

IPCO enfrenta pela 4ª vez a intolerância de agitadores pró aborto e pró movimento homossexual
http://www.youtube.com/watch?v=Vnw5UnVUMLY 

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Repostagem: Estudo diz que 1,5 milhão de pessoas usam maconha diariamente no país

Por G1

Unifesp divulgou primeiro levantamento detalhado sobre uso da droga.
Cerca de 8 milhões de brasileiros disseram já ter experimentado maconha.

Entre os adolescentes de 14 a 18 anos, 470 mil revelaram que
 fizeram uso de maconha no último ano
 
e 600 mil disseram já
ter experimentado a droga alguma vez na vida.
 
Cerca de 1,5 milhão de adolescentes e adultos consomem maconha diariamente no Brasil, aponta o segundo Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad) realizado por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

De janeiro a março, foram ouvidas 4.607 pessoas, com idade mínima de 14 anos, em 149 municípios de todos os estados do país. Como é uma representação do país, a cidade de São Paulo, por exemplo, teve mais participantes. 

Cem entrevistadores visitaram as casas das pessoas, que viviam em locais que iam desde favelas até condomínios fechados – estes últimos, os lugares de mais difícil acesso, de acordo com os autores. Foi entregue aos voluntários um questionário com 800 perguntas, que respondiam e entregavam o documento lacrado, mantendo o anonimato e uma maior confiabilidade das respostas.

Do total, 62% tiveram o primeiro contato com a droga antes dos 18 anos. Entre os adolescentes de 14 a 18 anos, 470 mil revelaram que fizeram uso de maconha no último ano e 600 mil disseram já ter experimentado a droga alguma vez na vida. Além disso, 17% dos consumidores nessa faixa afirmaram que conseguiram a droga dentro da escola.

Repostagem: Google lança campanha em apoio aos direitos dos homossexuais

Por Terra.com

O Google anunciou uma nova campanha em prol dos direitos de gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros ao redor do mundo: Legalize Love (Legalize o Amor, em tradução livre). "Vamos nos concentrar nos lugares onde se vive em uma cultura homofóbica ou onde existam leis contra o direito dos homossexuais, antes de expandirmos a países mais liberais", afirmou o diretor de Diversidade e Inclusão do Google, Mark Palmer-Edgecumbe, durante uma conferência LGBT em Londres.

O projeto tem início em Cingapura e na Polônia, mas a expectativa do Google é expandi-lo a todos os países em que a companhia tenha um escritório. Palmer-Edgecumbe justifica a escolha de Cingapura para iniciar a campanha. "O país busca se tornar um centro financeiro mundial, e nós podemos ajudá-los, já que ser um centro global significa tratar as pessoas por igual, respeitando sua orientação sexual", disse.

"Queremos que nossos funcionários que são gays, lésbicas ou transgênero tenham a mesma experiência fora do escritório que têm dentro do escritório", afirmou.

Apenas um comentário...
Allysson V. Vasconcelos

Vamos ver se entendi: O intuito da absurda campanha promovida pela gigante das buscas, é pressionar países soberanos a voltar atrás em decisões que tomaram, e tomaram com amplo apoio de sua população?

É, torna-se cada vez mais necessário iniciarmos, nós, conservadores e maioria da população brasileira, americana e etc., uma campanha para que nenhuma empresa tente influenciar decisões em países soberanos... e Cristãos.
Aliás, o tal Mark Palmer-Edgecumbe, afirma 'onde se viva uma cultura homofóbica'... Bem, pra começar, o termo 'homofobia' é um termo fantasma.
Explico-me: Etimologicamente falando, o termo homofobia (que não existe, foi construído) é constituído de um radical e um sufixo gregos: “homos”, que significa “semelhante” e “phóbos” que significa terror, medo, horror, ou medo mórbido de algo, sejam atos ou situações. Em suma, homofóbico seria aquele que tem terror, medo, horror, do que lhe é semelhante. Até aqui, portanto, não se vê conotação sexual na coisa toda. Pode ser que signifique alguém ter medo do próprio vizinho, ou do gênero humano de um modo geral.

Existe, no entanto, uma palavra consagrada pelo uso (uso antigo, é claro, porque hoje é ignorada pela própria existência da “ignorantzia”), que é “homogamia”.
Homogamia sim, posso entender, que tem origem no grego “homógamos” que define aquele que está casado com alguém da mesma condição sexual, seria um termo que eu aceitaria que entrasse em discussão. Mas, homofobia?

Eu, homofóbico? Não! Mas, anti-homogâmico? Sim!

Coronel John Ripley — um herói americano

Repostado de: Catolicismo

Um exemplo para todos que enfrentam dificuldades. Por maiores que estas sejam, é preciso arrostá-las com confiança e espírito sobrenatural. Entrevista com seu biógrafo, Norman Fulkerson

“O título que o Cel. John Ripley
 recebeu, significava que ele 
constituía um ‘perigo mortal’ 
para qualquer inimigo que 
ousasse enfrentá-lo”
Nascido em 1939 e falecido em 2008, o Cel. John W. Ripley é um herói legendário da guerra do Vietnã (1964-1975). Especialmente marcante foi sua ação durante a “Ofensiva de Páscoa”, em 1972, quando seu superior, o Cel. Gerald Turley, ordenou-lhe resistir até a morte diante da ofensiva de mais de 30 mil soldados comunistas do Vietnã do Norte apoiados por 200 tanques. O então capitão John Ripley procedeu à dinamitação da ponte de Dong Ha, única passagem do Vietnã do Norte para o Vietnã do Sul, impedindo assim o inimigo de invadir a parte meridional e detendo durante mais de um ano a ofensiva comunista contra o Sul. A saga — que o jovem capitão empreendeu praticamente só, durante cerca de três horas, rezando jaculatórias debaixo de cerrado fogo inimigo — parecia humanamente impossível, e a morte, certa.

Veterano membro da TFP norte-americana (American Society for the Defense of Tradition, Family and Property), amigo e admirador do Cel. Ripley, Norman Fulkerson escreveu um livro sobre a vida deste extraordinário fuzileiro naval: Um cavaleiro americano: A vida do Cel. John W. Ripley, obra que lhe valeu a Medalha de Ouro de 2010 da Associação dos Escritores Militares dos Estados Unidos.

A respeito de sua obra, o Sr. Fulkerson respondeu gentilmente às perguntas formuladas por Catolicismo através de seu colaborador Miguel Beccar Varela.

* * *

Catolicismo — Como o Sr. sintetizaria seu livro sobre o Cel. Ripley?

Primeiro encontro de nosso entrevistado, Sr. Norman 

Fulkerson, com o Cel. Ripley (1993). Fotografia tirada

em Washington, por ocasião do lançamento do livro 
Nobreza e Elites Tradicionais Análogas, do Prof. Plinio 
Corrêa de Oliveira.
Sr. Fulkerson — Em uma palavra, trata-se da única biografia deste herói norte-americano, um personagem legendário para os fuzileiros navais de meu país. Cada etapa está repleta de episódios interessantes.

Catolicismo — Inclusive na época da infância?

Sr. Fulkerson — A infância de John é a história de uma vida de aventuras como a sonham os meninos de todas as épocas; a vida de um menino "marcado para uma missão especial".

Catolicismo — Poderia dar um exemplo?

Sr. Fulkerson — Próximo de sua casa havia uma ponte de ferro sobre a qual o trem atravessava um rio, e ele gostava de brincar ali. Uma de suas "proezas" era atravessar a ponte pendurando-se com as mãos nas vigas, para a grande admiração de seus primos e primas. Muitos anos depois, em terras longínquas, a mesma "diversão" transformou-se em ato de guerra de uma força que se diria quase sobre-humana... Vemos também, nos anos de sua infância, o ambiente familiar católico eminentemente adequado para formar heróis.

“Não é o fato de expor-se ao risco. Risco é risco apenas, não é combate. É algo totalmente diferente. Podemos chamar de combate, por analogia, estar sentado numa trincheira recebendo o fogo de mísseis. Mas em si, combate é um ato agressivo. Deve-se avançar sobre o inimigo, deve-se atirar sobre a sua jugular; e deve-se encontrar gosto em fazê-lo, pelo menos a ponto de que, se requerido a fazê-lo novamente, isso não signifique que se vá cair numa depressão”.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Jovem mãe italiana morreu de câncer para dar a luz o filho




“No sábado 16, na igreja de Santa Francisca Romana, da capital italiana, foi celebrado o funeral da jovem Chiara Petrillo, falecida (quarta-feira 13) depois de dois anos de sofrimento provocado por um tumor.

A cerimônia não teve nada de fúnebre: foi uma grande festa em que participaram cerca de mil pessoas, lotando a igreja, cantando e aplaudindo desde a entrada do caixão até a saída.

A extraordinária história de Chiara se difundiu pela internet com um vídeo no YouTube,que registrou mais de 500 visualizações em apenas um dia.

A luminosa jovem romana de 28 anos, com o sorriso sempre nos lábios, morreu porque escolher adiar o tratamento que podia salvá-la. Ela preferiu priorizar a gravidez de Francisco, um menino desejado desde o começo de seu casamento com Enrico.

Não era a primeira gravidez de Chiara. As duas anteriores acabaram com a morte dos bebês logo após cada parto, devido a graves malformações.

Sofrimentos, traumas, desânimo. Chiara e Enrico, porém, nunca se fecharam para a vida. Depois de algum tempo, chegou Francisco.

As ecografias agora confirmavam a boa saúde do menino, mas, no quinto mês, Chiara teve diagnosticada pelos médicos uma lesão na língua. Depois de uma primeira intervenção, confirmou-se a pior das hipóteses: era um carcinoma.

Começou uma nova série de lutas. Chiara e o marido não perderam a fé. Aliando-se a Deus, decidiram mais uma vez dizer sim à vida.

Chiara defendeu Francisco sem pensar duas vezes e, correndo um grave risco, adiou seu tratamento para levar a maternidade adiante. Só depois do parto é que a jovem pôde passar por uma nova intervenção cirúrgica, desta vez mais radical. Vieram os sucessivos ciclos de químio e radioterapia.

Petição contra o aborto

Convidamos nossos leitores a assinarem a petição contra o aborto organizada por Vanderlei de Lima que será encaminhada ao Ministro da Saúde e a Ministra-Chefe da Casa Civil pedindo:

1) A demissão imediata da Ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Política Especial para Mulheres;

2) A demissão imediata do secretário de Atenção à Saúde, do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães;

3) O rompimento imediato dos convênios do Ministério da Saúde com o grupo de Estudos e Pesquisas sobre o Aborto no Brasil.

Leia a carta na íntegra e assine a petição através do link abaixo:

http://www.peticao24.com/vida_sim_aborto_nao
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